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Reestruturação Financeira: confira 6 características
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Em: Blog Corporativo | 26/08/2016
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Os administradores de empresas que procuram formas de melhorar o lucro de onde trabalham, gerando maior fluxo de caixa e, consequentemente, um resultado positivo no ano, com certeza, já ouviram falar sobre a reestruturação financeira. Ela nada mais é que uma possibilidade para aliviar as obrigações e despesas mensais e dar mais fôlego para o negócio, especialmente em tempos de crise.

Porém, nem todos entendem como esse processo pode ser utilizado na prática. Quer tirar todas as dúvidas? Acompanhe nosso artigo e conheça mais sobre a reestruturação financeira!

O que é reestruturação financeira?

Como o próprio nome diz, a reestruturação financeira é uma reorganização do quadro de finanças de um negócio, para torná-lo mais saudável. Toda empresa, para sobreviver em longo prazo, precisa ter uma receita maior que os gastos, gerando o lucro. Parte desse lucro será utilizado como fluxo de caixa, permitindo novos investimentos, que são a chave de crescimento. Outra parte pode ser usada como reserva para enfrentar momentos recessivos da economia.

Quando a empresa não consegue atingir um lucro satisfatório, o fluxo de caixa fica comprometido, fazendo com que a empresa não consiga crescer e até mesmo tenha dificuldade para liquidar todas as suas obrigações.

Em longo prazo, esse descontrole pode até mesmo fazer com que o negócio feche. Antes que isso aconteça, o ideal é realizar uma reestruturação financeira, que deve sugerir atitudes que tornem a empresa lucrativa novamente.

1. Mapeamento dos processos produtivos

O principal objetivo da reestruturação é encontrar gargalos na produção que estejam impactando diretamente nas contas da empresa e superá-los, a fim de melhorar o fluxo de caixa, reduzir os custos e, assim, obter um resultado melhor na captação de recursos.

Se o problema da sua empresa estiver nas vendas, podem ser sugeridas ações que estejam focadas nessa área. Porém, o foco é melhorar as finanças e garantir sua liquidez.

Como isso é feito?

Inicialmente, uma equipe especializada em finanças ou consultoria fará um diagnóstico da situação atual do negócio. Para isso, ela terá que ter acesso ao maior número de informações possível sobre a real situação do caixa, do estoque e das obrigações da sua empresa: ser transparente é fundamental para o sucesso da reorganização.

Depois, ela analisará o processo de produção para identificar quais áreas não estão funcionando como deveriam e identificar processos que podem ser melhorados, reduzindo custos. Muitas vezes, pode ser necessário retomar o plano de negócios original ou até mesmo fazer um, caso a empresa não tenha.

2. Articulação com o plano de negócios

O plano de negócios é um documento de extrema importância para qualquer empresa, pois nele estão todos os estudos necessários para fazer com que o negócio vá para frente: análise de mercado, público-alvo, metas financeiras, entre outras. Com essas informações em mãos e atualizadas, é muito mais fácil identificar em que ponto a organização está falhando.

Com um plano de negócios, é possível identificar novas formas de trazer capital para a empresa, conseguir novos investidores, quando for o caso, pensar em soluções que aumentem a lucratividade, e encontrar um ponto de equilíbrio mais confortável para a atual situação financeira em que ela se encontra. Por isso, é bem comum que qualquer análise de reestruturação tenha como ponto inicial o plano de negócios.

3. Importância da tomada de ações

Quando um empresário se vê obrigado a partir para a reorganização das finanças de sua firma, é porque as coisas não estão indo tão bem quanto o esperado. Porém, é bastante comum que, após a avaliação, a sugestão das ações a serem tomadas possam parecer drásticas para ele — como a demissão ou a substituição de funcionários, a reorganização de setores, a troca de fornecedores etc.

Só que não adianta fazer toda a análise se o proprietário não tiver energia suficiente para levar adiante as mudanças necessárias para recuperar a saúde financeira da empresa. Elas podem muitas vezes ter um impacto positivo no fluxo de caixa em curto prazo e aliviar as contas instantaneamente. Por isso, segui-las é de fundamental importância.

4. Renegociação de dívidas

Quando a empresa possui financiamentos com parcelas altas, ou até mesmo obrigações que estejam comprometendo o lucro da empresa, há a necessidade de renegociar essas dívidas, para dar um respiro no desequilíbrio financeiro da instituição. A ideia é flexibilizar o fluxo de caixa para evitar que o negócio fique no vermelho.

Nem sempre só o valor das parcelas pode ser ajustado: prazos de pagamento, juros e até mesmo o montante das dívidas existentes podem receber descontos. Porém, para isso, é preciso negociar visando atingir a meta necessária para a empresa.

Por que a geração de caixa é importante nesse processo?

Se você leu até aqui, já percebeu que manter o caixa da empresa estável é essencial para a reestruturação financeira. Praticamente todas as mudanças são pensadas para melhorar a situação dele.

Isso se dá porque é o caixa que ajuda a instituição a se manter firme nas adversidades. Ele é a garantia de que o administrador terá o capital de giro necessário para realizar suas atividades e honrar débitos.

5. Foco na melhoria de processos

Alguns empresários temem partir para uma reestruturação financeira porque acreditam que haverá um enorme corte de gastos, prejudicando a produção. No entanto, esse não é um objetivo desejável. O ideal é que a redução das despesas se dê tornando processos internos mais simples e eficientes, a fim de economizar na produção.

A meta é sempre planejar e organizar os processos internos, para descobrir exatamente o que está gastando mais dinheiro do que deveria e, assim, promover uma redução nos custos operacionais.

6. Treinamento de funcionários como princípio

Nem todos os empresários se dão conta disso, mas um bom treinamento pode fazer milagres pela sua empresa. O treinamento é fundamental para, por exemplo, habilitar funcionários para lidar com um programa — economizando tempo e evitando retrabalho — até motivá-los a dar ideias que ajudem a melhorar a situação financeira do negócio.

O treinamento também pode ser aplicado para ajudá-los a vender mais, ter uma melhor relação com fornecedores, pesquisar preços, aprender a negociar com mais eficiência, entre outras atitudes que melhoram 100% a sua situação e fazem a reestruturação financeira ser um sucesso.

Agora você já sabe como a reestruturação financeira pode ajudar a tirar as contas da sua empresa do sufoco. Quer ficar por dentro de muito mais conteúdo de qualidade? Curta nossa página no Facebook!

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