Gestão de Crise ou Gestão da Estratégia?

“In preparing for battle I have always found that plans are useless, but planning is indispensable”. Dwight D. Eisenhower Imagine uma viagem de navio do Brasil a Portugal, o capitão do navio estabelece claramente o objetivo, comunica a toda a tripulação o destino final e traça uma rota para chegar ao destino da forma mais rápida e segura. Com o planejamento da viagem finalizado, o navio parte rumo a seu destino, acontece que no meio da viagem surge uma forte tempestade imprevisível e inesperada, neste momento o capitão assume ativamente e de forma intensa a direção do navio, sua preocupação neste momento deixa de ser o destino final e passa a ser sobreviver a tempestade, a partir daí todas as ações são tomadas tendo em visto esse claro objetivo de curto prazo, sobreviver a forte tempestade. Felizmente o capitão é experiente e preparado e consegue habilmente conduzir o navio tomando decisões rápidas e assertivas, garantindo a sobrevivência do navio e da tripulação enquanto dura a tempestade, aos poucos a tempestade vai perdendo sua grande força inicial e após um tempo é possível enxergar os primeiros raios de sol ao longe. Neste momento o capitão do navio, já mais seguro da sobrevivência do navio, começa e preparar as ações que serão necessárias para voltar o navio para seu objetivo original e atingir seu destino previsto no início da viagem. Passada a forte tempestade, o navio segue firme e constante para Portugal. Essa breve história ilustra bem a dinâmica das organizações ao longo da história, de tempos em tempos surgem grandes crises que afetam profundamente as empresas, hoje estamos vivendo os grandes impactos sociais e econômicos da pandemia do COVID-19, no começo do ano o mundo foi duramente afetado, no Brasil os impactos maiores começaram no segundo trimestre e, passados vários meses, ainda sentimos esse impacto, contudo, acredita-se que o pior já passou, e agora, embora a tempestade ainda esteja ativa, já é possível enxergar os primeiros raios de sol. Quando a crise surge de maneira impiedosa e inesperada, as empresas mudam sua visão para o curto prazo, para a gestão do fluxo de caixa com o objetivo de garantir a sobrevivência da empresa em meio aos fortes impactos e solavancos dessa tempestade, em outras palavras, as empresas passam a conduzir uma gestão de crise. Conforme a tempestade vai perdendo força e o mercado vai se estabilizando, mesmo que em um patamar bem abaixo do pré-crise, as organizações que sobreviveram começam a também se estabilizar neste novo patamar. Quando a crise começa, as empresas entram em queda livre, com o passar do tempo e o arrefecimento da tempestade, as organizações atingem um “fundo do poço”, não estão mais em queda livre e descobrem mais ou menos até onde afundariam, a partir deste momento é possível estabilizar o negócio para retomar a visão de longo prazo e os objetivos previstos inicialmente, em outras palavras, neste momento as empresas podem voltar a conduzir uma gestão da estratégia. É fundamental que os líderes e gestores das organizações, em especial no nível estratégico (presidente/CEO e diretoria), estejam atentos e compreendam claramente o momento em que suas organizações se encontram e façam os ajustes necessários para uma gestão assertiva e eficaz de suas empresas. Se a tempestade ainda está muito forte e intensa lá fora, o melhor é fazer uma gestão de crise para garantir que o negócio não afunde em meio a tempestade. Contudo, se a tempestade perdeu força, se já é possível enxergar os primeiros raios de sol e a empresa foi estabilizada sem o perigo eminente de afundar a qualquer momento, pode ser a hora de voltar os olhos para o negócio de uma forma mais ampla e retomar a condução da empresa através da gestão da estratégia. Autor: Ronaldo Guedes, Sócio-Diretor da área de Estratégia

Torne sua empresa competitiva e ganhe mais com isso!

Em tempos de crise e concorrência excessiva no mercado atual, a busca pela melhorias de produtividade é necessária por questões de sobrevivência. Segundo a revista IstoÉ Dinheiro (29/03/19), o Brasil ocupa a 71º posição no ranking global de competitividade do Fórum Econômico Mundial, dentre 140 países. Esse índice indica a existência de um potencial pouco explorado e espaço para evolução da gestão. Com a tecnologia foram criadas melhores formas de produção, com o objetivo de reduzir custos, aumentar qualidade, aumentar vendas e ter melhores resultados lucrativos. Um exemplo é a Toyota, imersa em um país totalmente destruído pela segunda guerra mundial, que desenvolveu, na década de 50, o Sistema Toyota de Produção, mais conhecido como Toyotismo, em que os principais conceitos eram reduzir ou eliminar desperdícios em toda a cadeia produtiva. Tudo no seu tempo. O Toyotismo também incorpora o conceito de Just in Time, ou “no tempo justo”. Ou seja, a produção é feita no tempo certo, tendo uma qualidade assegurada e garantindo somente a quantidade exata para atender à demanda de mercado. Um dos pilares para a implementação do Just in Time nas empresas é o Fluxo Contínuo, uma forma de fazer as coisas fluírem por meio de processos definidos, redução de etapas desnecessárias e aumento da produtividade. Basicamente, esse processo tem como objetivo reduzir tempos de paradas e reinícios de produção, o que aumenta a produtividade da linha de fabricação. Outro ponto que faz parte do Fluxo Contínuo é o Balanceamento, que consiste em analisar os tempos e cargas de trabalho em cada etapa do processo de produção para verificar se a linha não está causando estoques desnecessários ou sobrecarregando determinadas etapas. Alguns resultados esperados após implementação correta do Fluxo Contínuo na produção são: Redução dos estoques (matéria prima, em processo, produto acabado), com diminuição da imobilização financeira e melhoria do fluxo de caixa; Mitigação de desperdícios da cadeia produtiva; Aumento da produtividade por colaborador presente na cadeia produtiva; Melhor organização da indústria em termos de layout para produção; Melhoria da qualidade dos produtos com menor índice de retrabalho. E na prática, como isso funciona? Quando vamos fazer a consultoria em alguma empresa, analisamos o problema e entendemos qual o melhor caminho a seguir. Um dos cases em que usamos o conceito do Fluxo Contínuo é o da Pack Bag (produtora de Big Bags), em que conseguimos um aumento de 14,2% na produtividade. A partir desse resultado, conseguimos impactar também no aumento do faturamento da empresa. A abertura das empresas para a implementação de um processo tão intenso é importante. Na maioria dos casos será importante uma mudança de cultura nas áreas de produção e gestão, e todos os colaboradores devem estar cientes, envolvidos e aptos para iniciar a mudança. Nessa etapa, a transparência é o ponto principal. O envolvimento de todas as pessoas da empresa é um dos fatores que vai determinar ou não o sucesso da mudança. Implementar processos como o Fluxo Contínuo é simples, porém não é fácil. Mas é uma mudança significativa que fará com que a sua empresa alcance a competitividade necessária para sobreviver em um mercado tão concorrido. Autor: Carlos Arthur, Consultor de Processos

Automatizando princípios para ser mais produtivo

A Indústria 4.0 vem trazendo muitas novidades no mercado e a tecnologia é grande aliada nessas mudanças. O grande volume de informação e ferramentas têm auxiliado inúmeras empresas a crescerem e se desenvolverem como nunca. Mas, junto a essas mudanças, alguns problemas têm surgido, como a queda de produtividade das equipes devido ao uso ineficiente das ferramentas tecnológicas. Outra coisa que tem se tornado bastante comum é o volume de informações confusas e desorganizadas, em consequência da automatização precoce, sem um planejamento. Portanto, antes de utilizar a tecnologia ao seu favor, é importante analisar os processos da sua empresa buscando deixá-los eficientes. Filosofia Lean vs Indústria 4.0 Estes são dois conceitos diferentes, mas que podem se complementar muito bem. Primeiramente, é importante entender cada um deles: Filosofia Lean: tem como base identificar aquilo que o cliente valoriza no seu produto e/ou serviço, mapear o fluxo de processos que constrói esse valor (fluxo de valor), e identificar e eliminar desperdícios de recursos ao longo desse fluxo. Como resultado desses princípios, obtém-se um aumento de produtividade e uma entrega rápida de valor para o mercado. Indústria 4.0: se refere à quarta revolução industrial. É uma expressão que integra tecnologias e dados para automação dos processos operacionais das empresas. Para isso, são utilizadas ferramentas como Internet das Coisas, Computação em Nuvem, Big Data Analytics, Business Inteligence (BI), Impressão 3D, entre outras. Ou seja, enquanto a Filosofia Lean otimiza os recursos do fluxo de valor, deixando-o mais eficiente e eficaz, a Indústria 4.0 acelera os processos desse fluxo de valor. Portanto, é primordial que as empresas otimizem seus fluxos antes de acelerá-los, pois, caso contrário, estarão acelerando um fluxo ineficiente e ineficaz. Para compreender melhor, vou dar um exemplo prático: imagine uma indústria que produz 30% de peças ruins e decide automatizar sua linha de produção. Ela estará apenas aumentando o volume de peças como um todo, inclusive as defeituosas, e o percentual continuará o mesmo. O ideal é, antes de tudo, identificar e reduzir esse desperdício de 30% para iniciar o processo de automatização da linha. Outra aplicação da filosofia Lean antes da Indústria 4.0 acontece quando trabalhamos com indicadores. Para utilizá-los de modo oportuno, é preciso, através do Lean, definir os indicadores-chave para monitorar o desempenho da empresa, para depois automatizá-los com o BI. Do contrário, o BI estará apenas gerando números que não serão utilizados para monitorar o desempenho da empresa. Resumindo, ser mais automatizado nem sempre quer dizer melhores resultados. Fazer o uso inteligente das ferramentas da Indústria 4.0, sendo guiadas pelos princípios da Filosofia Lean, é o caminho ideal a se seguir para quem busca melhorar os resultados de sua empresa. Autor: Bruno Vaz, Consultor de Processos

Grupos de Estudo, Cumbucas e Mentoria

Adoro estudar, me considero um autodidata, adoro livros novos, antigos, usados, livros ainda no plástico, o conteúdo de bons livros e grandes autores sempre foram meus melhores mentores. Já tem uns dias que alguns amigos me perguntam sobre as melhores práticas de capacitação e desenvolvimento dentro das empresas, eu particularmente gosto dos grupos de estudo, das cumbucas e da mentoria, vou falar um pouco sobre estas práticas para deixar mais claro. Grupos de estudo Grupos de estudo funcionam geralmente da seguinte forma, você convida um número razoável de pessoas (sugiro de 3 a 6), escolhe um tema, um livro ou textos escolhidos, marca uma data e horário fixo na semana ou no mês para facilitar a rotina e agenda dos membros e durante os encontros é realizado o estudo em grupo, uma pessoa pode ser escolhida para conduzir os estudos, ou os estudos podem fluir sem necessariamente uma pessoa conduzindo. Cumbuca A cumbuca funciona de maneira similar ao grupo de estudo, mas segue algumas regras específicas, por exemplo, a pessoa que irá conduzir o estudo é sorteada logo no início do encontro e se a pessoa sorteada não estiver preparada para conduzir o estudo, o encontro é desfeito e remarcado para a próxima data, essa regra serve para garantir o compromisso de todos os membros com o estudo individual do conteúdo. Mentoria A mentoria geralmente ocorre em uma relação entre o mentor que detém algum conhecimento/experiência específico e o mentorado que receberá essa instrução acerca deste conhecimento específico. Gosto de mesclar grupos de estudo, cumbucas e mentoria, costumo fazer da seguinte maneira, definimos o grupo de estudo e o tema, utilizamos as regras da cumbuca para garantir o compromisso de todos os membros e defino um mentor para acompanhar o grupo agregando conhecimento e experiência além do conteúdo estudado. Na minha experiência esse tem sido um modelo muito rico de capacitação e desenvolvimento de pessoas e equipes. O mais importante é manter viva a rotina e o ritual de capacitação, desenvolvimento e melhoria contínua, vamos juntos! Autor: Ronaldo Guedes, Sócio-Diretor da área de Estratégia.

A importância da Governança Corporativa na sua empresa!

Tomar uma decisão importante em uma empresa com vários sócios pode ser algo difícil. O conflito de ideias e interesses pode atrapalhar este processo, prejudicando a gestão. Por isso a adesão ao sistema de Governança Corporativa é uma estratégia que pode mudar o futuro do seu negócio. Aqui, no blog, já falamos sobre a importância de ter processos definidos no ambiente empresarial e como isso afeta diretamente os resultados obtidos. Se isso é importante para quem coloca a mão na massa, imagina para quem toma as decisões mais importantes.  E é justamente para garantir o sucesso da empresa que utilizamos o sistema de Governança Corporativa. Os princípios básicos da Governança Corporativa Basicamente, a Governança Corporativa alinha os objetivos administrativos com o interesse dos acionistas. Isso é feito a partir da definição de um conjunto específico de práticas, sempre tendo a ética em primeiro plano. Para garantir que a ética seja respeitada nessas práticas, este sistema tem como princípios: • Transparência: garantia de que os stakeholders estejam sempre informados sobre as decisões tomadas na empresa e os processos organizacionais; • Equidade: todos os stakeholders devem ser tratados de forma igualitária, respeitando seus direitos e deveres; • Prestação de contas: a diretoria deve prestar contas de sua atuação, assumindo responsabilidade de acordo com suas ações e decisões; Responsabilidade Corporativa: garantia da viabilidade econômico-financeira da organização. Ao fazer a Governança Corporativa, esses princípios são essenciais. Eles servem para guiar as ações que vão garantir a objetividade na tomada de decisões e o consequente sucesso da empresa. Benefícios da Governança Corporativa Partindo dos princípios, já conseguimos entender que a Governança Corporativa muda e melhora a forma como uma empresa funciona. Os benefícios da adesão deste sistema não ficam apenas na gestão, eles impactam todas as áreas da empresa: • Garantia da longevidade econômica da empresa, feita de forma sustentável; • Conversão da missão, visão e valores em ações palpáveis e objetivas; • Alinhamento dos interesses de diversos stakeholders, garantindo resultados efetivos para todo mundo; • Valorização da marca, fortalecendo a imagem da empresa perante o mercado e os clientes; • Descentralização da tomada de decisões estratégicas, garantindo mais participação e diversidade de ideias. É Claro que, em algumas empresas, outros benefícios poderão surgir, variando de segmento e gestão de cada uma. Porém já conseguimos entender a importância da adesão deste sistema e como a Governança Corporativa realmente muda o cenário empresarial. Você tem algo assim na sua empresa? Se deseja entender mais e conversar sobre como aplicar a Governança Corporativa, entre em contato conosco.

A metodologia Lean Six Sigma e o aumento da produtividade na minha empresa

Metodologia Lean Six Sigma

Reduzir desperdícios vai além de diminuir custos, mas também é entender quais atividades não dão retorno efetivo para a empresa. A metodologia Lean Six Sigma existe justamente para entender e melhorar estes gargalos, fazendo com que a entrega da sua empresa seja cada vez mais efetiva. Quais metodologias você aplica no seu dia a dia na empresa onde trabalha? Você, ou algum gestor, se preocupa em estudar novas formas de fazer o que é rotina, propondo melhoras para os processos e atividades? Uma forma de começar essas mudanças é a implementação de algumas metodologias, como o Lean Six Sigma. O Lean Six Sigma é a junção de duas metodologias, que basicamente podem ser definidas como: •  Six Sigma: uma forma estratégica de gerenciar e aumentar a performance e qualidade das empresas; •  Lean Manufacturing: iniciativa que busca eliminar desperdícios. A partir destas duas metodologias foi criada o Lean Six Sigma. Uma estratégia abrangente, com ampla aplicabilidade e que tem como objetivo final aumentar a lucratividade da empresa e a satisfação dos clientes. Reduzir desperdícios para aumentar a produtividade, o lucro e a satisfação Essa é a conta básica do Lean Six Sigma. Primeiro é preciso entender quais processos, atividades e custos não são realmente necessários pra a empresa. A partir disso, pode-se reduzir os desperdícios de tempo e dinheiro. Com essa redução sendo feita é hora de partir para o aumento da produtividade. Criando processos mais objetivos, com resultados e próximos passos claros, sua empresa consegue entender onde melhorar a entrega do produto/serviço final. A implementação do Lean Six Sigma deve ser feita mediante certificação e treinamento, principalmente para os cargos mais altos de gestão, que são responsáveis por partes importantes dos processos. Os cintos que compõem o Lean Six Sigma Junto à metodologia Lean Six Sigma é necessário entender o conceito e as classificações dos “Belts”, que são as pessoas responsáveis por pensar e aplicar a metodologia na empresa. Atualmente as classificações mais comuns são: •  Yellow Belt: profissionais que executam projetos de baixa complexidade. Projetos mais independentes, que não interagem com outras áreas e processos. Normalmente são projetos de rápida implementação, de 2 meses em média; •  Green Belt: nesta classificação são realizados projetos de média complexidade. Esses profissionais são acompanhados de perto pelos Black Belts e são necessários conhecimentos básicos sobre Six Sigma para conseguir esta certificação; •  Black Belt: estes profissionais analisam processos e conduzem equipes. Devem ser capazes de identificar melhorias e promover os recursos para que elas aconteçam. Eles também são responsáveis por orientar a empresa nas dúvidas sobre a metodologia. •  Master Black Belt: para conseguir esta certificação o profissional deve passar por um profundo treinamento e entender tudo sobre ferramentas estatísticas e de melhoria de processos. Eles se diferenciam dos Black Belts pela experiência e sucesso acumulados, atuando também como consultores junto ao conselho administrativo da empresa. Como podemos perceber, a metodologia Lean Six Sigma não será aplicada apenas pelos diretores da empresa, ou somente pelos funcionários. Toda a equipe deve participar, atuando de acordo com sua certificação e conhecimentos. Quer entender melhor como reduzir os custos da sua empresa, aumentar a lucratividade e a satisfação dos seus clientes? Entre em contato e marque uma reunião com a gente.

Metodologia OKR: gerencie as metas do seu time

Você sabe onde quer chegar com seu trabalho? Quais resultados quer alcançar e como fazer para chegar até eles? Se a resposta foi “não” para, pelo menos, uma dessas perguntas, a Metodologia OKR pode ajudar. Saber onde e como chegar com a sua empresa é algo que motiva. Faz com que o caminho para os objetivos seja mais claro e ajuda a definir passos futuros. Uma das formas de fazer isso é com a Metodologia OKR (Objectives and Key Results), por meio dela você consegue definir metas e formas de chegar até elas. Simples e aplicável a qualquer empresa! Definir metas por meio de OKRs é algo válido para empresas pequenas, médias e grandes e de qualquer segmento. A metodologia é ampla e deve fazer parte da cultura da empresa. Ou seja, deve ser algo seguido por todos os funcionários, do CEO ao estagiário. Para aplicar os OKRs, é importante entender a diferença entre os “Objetivos” e os “Key Results”: • Objetivos: descrições memoráveis do que deve ser alcançado. Deve ser usado para motivar a equipe, por isso devem ser curtos e envolventes; • Key Results: conjunto de métricas. Vão medir o progresso, por isso devem ser quantitativos e mensuráveis. Com essa diferença em mente, podemos passar para outros pontos cruciais na definição de OKRs: • As metas devem ter um prazo definido e curto. A prática mais comum entre as empresas é que elas sejam trimestrais, assim é possível se adaptar às mudanças; • Como dito antes, todos na empresa devem ter OKRs. Além disso, todos devem ter acesso aos OKRs dos colegas. Assim, as equipes ficam alinhadas e entendem a importância das suas metas e como influenciam nas metas de outra área; • Como os OKRs serão curtos, eles devem ser simples. Não fáceis de serem realizados, mas simples de serem compreendidos; • É comum que seja seguida a seguinte proporção para a criação dos OKRs: 40% definidos pelos diretores e líderes (macro) e 60% definidos pelos funcionários e liderados (micro); • As metas devem ser desafiadoras, uma empresa não cresce se bater apenas as metas que seriam batidas sem esforço. Quando os OKRs são aplicados e é criada uma rotina para a definição deles, se tornam cada vez mais importantes para alcançar os resultados. Acompanhar para garantir resultados! Se você obteve sucesso em definir os OKRs com sua equipe, não pode deixar que isso se perca. Acompanhar os resultados e intervir, caso eles não estejam sendo alcançados, faz parte do seu papel de líder. Uma das formas de acompanhar os OKRs é realizar check-ins semanais. Uma reunião rápida que vai servir para verificar o atingimento de cada meta, o que falta para isso e quais são os próximos passos. Essa reunião deve ser rápida, não passando de 1h. Outra sugestão é fazer ela em pé, para que todos não estejam 100% confortáveis em enrolar mais do que o necessário para finalizar a reunião. Como dito anteriormente, a metodologia de OKRs funciona para qualquer empresa. O que vai garantir a efetividade dela na sua, é a forma como será aplicada e, principalmente, como se tornará parte da cultura da empresa. Caso você precise de ajuda para incluir essa metodologia na sua empresa, conte com a gente!  

A importância do feedback ou “como minha empresa pode acabar com o medo de falar com o chefe?”

Aquele momento em que o chefe chama para uma conversa pode ser o verdadeiro terror de qualquer empregado. Esse momento de feedback é muito importante para o crescimento organizacional e de cada funcionário, por isso não deve ser um tabu. Além da área de RH ou o chefe/CEO, todas as pessoas consideradas líderes dentro de uma empresa devem entender a importância de um feedback. Este momento de conversa, troca de experiências e apontamento de melhorias, deve fazer parte do dia a dia de qualquer organização. A real importância do feedback Dar um feedback vai além de mostrar preocupação com o crescimento individual de cada funcionário. É um momento onde a empresa entende os pontos fortes e fracos de cada pessoa e como isso influencia no resultado geral. Um ponto importante é criar uma cultura de feedbacks na empresa. Assim todos saberão o que esperar quando o momento da conversar com o chefe ou líder chegar, uma conversa leve, construtiva e colaborativa. Todos os envolvidos no feedback devem entender que ele não deve ser um monólogo. Líder e liderado devem falar suas considerações. Isso mostra que a empresa está aberta a ouvir e que quer construir juntos as melhorias apontadas. Junto a essa construção de melhoria, os líderes conseguem definir os próximos passos e acompanhar o resultado do feedback. Essa continuidade é algo importante, assim os funcionários percebem que o feedback tem um retorno real na sua rotina e os líderes entendem o reflexo dessas conversas. Técnicas para potencializar o feedback Definida uma rotina de feedbacks, é preciso garantir que ela seja aproveitada ao máximo. Para isso, alguns pontos podem ser levados em consideração: Foque nas ações e comportamento dos funcionários. Nunca leve o feedback para o lado pessoal ou algo que fale do caráter de cada pessoa; Ouça as sugestões dos funcionários, verifique a aplicabilidade delas e realmente aplique o que for coerente. Caso alguma coisa não seja aplicável, dê um retorno sobre isso; Aproveite este momento para fazer reconhecimentos mais pessoais, mas não deixe os reconhecimentos gerais e em equipe de lado; Deixe sempre um espaço aberto para ouvir as sugestões do seu liderado. Ele deve se sentir confortável para falar o que pensa, sem medo de consequências negativas. Além disso, é importante que você entenda como os feedbacks funcionarão com a sua equipe. Se perceber que não está funcionando, procure outras formas ou periodicidade para fazer isso. Se precisar de uma ajuda para entender melhor técnicas de feedback, conte com a gente para isso. Entre em contato e vamos conversar.

Vale a pena selecionar candidatos a partir de uma consultoria externa?

Ter alguém que não é da empresa ajudando a selecionar candidatos é uma forma de fazer um processo seletivo mais imparcial. Além de profissionalizar ainda mais esta etapa, você pode conseguir mais candidatos para as vagas, caso você não tenha alguém dedicado a isso na empresa. Selecionar novas pessoas para uma empresa é um processo importante. Um momento em que pode definir o futuro da organização, já que os candidatos selecionados tomarão frente dos projetos que estão em andamento. Por conta desta importância, destacamos as principais vantagens de se ter uma consultoria externa para a realização deste processo. Imparcialidade Ao ter somente pessoas da própria organização selecionando candidatos, a chance de não ser imparcial é grande. Naturalmente, podemos levar em conta fatores externos e pessoais na seleção. Por isso, contar com a ajuda de uma consultoria externa é importante. Consultores externos conseguem levar em consideração apenas as atribuições definidas para a seleção do candidato. Sendo imparcial e utilizando as técnicas de seleção para ter os melhores resultados na definição dos selecionados. Diversidade Empresas de consultoria de RH possuem bancos de dados de candidatos que servem como ponto de partida na hora da seleção. Isso ajuda a garantir a diversidade nas pessoas que participarão do processo seletivo, alcançando profissionais com diferentes conhecimentos e habilidades. Essa diversidade é importante para que a empresa tenha opções que se encaixam nas vagas disponíveis e também para contratações futuras Técnicas de seleção Consultorias de RH trabalham e estudam muito a área, sempre aprendendo novas técnicas de seleção dos candidatos. Essa atualização é importante, já que estas técnicas conseguem cada vez mais identificar habilidades, propósito e outras características importantes para a seleção. Custo Ter um profissional de RH dedicado na empresa, dependendo do porte dela, pode ser caro. Quando analisado o custo anual, uma seleção externa pode ser mais vantajosa para a empresa. Agilidade Ao ter alguém dedicado ao processo seletivo, sua empresa consegue ser mais efetiva e ágil na seleção de novos candidatos. Isso pode ser muito válido em casos urgentes para a seleção ou grande mudança no quadro de funcionários da empresa. Com a consultoria externa, os funcionários da sua organização conseguem tocar suas demandas normais, sendo requisitados apenas para auxiliar ou confirmar a seleção de um candidato. Você já utilizou uma consultoria externa para a seleção de candidatos na sua empresa? Além destes fatores, qual outra vantagem você identificou? E se você estiver precisando de uma consultoria para ajudar na seleção dos seus candidatos, conte com a Lure. Temos uma equipe especializada em processos seletivos!

Como desenhar o Mapa Estratégico da sua organização?

O Mapa Estratégico é uma ferramenta visual que ajuda sua organização a ter clareza dos objetivos e responsabilidades de cada área. Com ele, todos os colaboradores conseguem enxergar o planejamento estratégico da empresa de forma clara. Como já vimos anteriormente, o BSC (Balanced Scorecard) é uma metodologia que ajuda a melhorar o equilíbrio de uma empresa. Um dos componentes dele é o Mapa Estratégico, uma forma visual com o resumo dos principais objetivos organizacionais e a relação de influência das perspectivas. Elementos fundamentais do Mapa Estratégico Assim como o BSC, o Mapa Estratégico possui alguns elementos fundamentais para sua criação. Estes elementos ajudam a organizar o Mapa Estratégico, deixando ele mais harmônico e as informações mais claras. • Foco – o entendimento de cada área sobre as suas responsabilidades e expectativas quanto ao planejamento estratégico; • Sinergia – como todas as áreas se relacionam dentro do planejamento estratégico. As áreas entendem o impacto de seus erros e acertos na execução geral; • Controle – definição de metas e expectativas de cada área e os indicadores de performance destas metas. Um dos principais objetivos do Mapa Estratégico é mostrar como as áreas da empresa estão integradas. Ele sincroniza as 4 perspectivas determinadas pelo BSC, ilustrando também como estas áreas contribuem para o cumprimento da missão e visão da empresa. A importância de integração da empresa Financeira, Clientes, Processos Internos e Organização. Essas são as 4 perspectivas utilizadas pelo Mapa Estratégico e que englobam todas as áreas da empresa: • Financeira – são determinadas todas as fontes de receita da empresa, como as fixas e variáveis. Define ainda a estratégia financeira, projetando as possibilidades de investimento e o lucro esperado ao longo do ano. • Clientes – preocupa-se com a percepção da marca, validada pelo nível de satisfação do cliente. O relacionamento, excelência operacional e a oferta/relevância de produtos e serviços influenciam diretamente essa satisfação. • Processos Internos – mostra a responsabilidade e expectativa de cada área. Exemplifica as interações entre as áreas, deixando a gestão mais harmônica e objetiva. Aqui também são mostradas as metas definidas para cada área. • Aprendizado e Crescimento – a cultura organizacional da empresa vai de encontro direto às pessoas, mas também é referente ao capital organizacional, falando sobre processos e rotinas para a excelência. A execução do Mapa Estratégico engloba todas estas perspectivas, mas elas devem ser organizadas de uma forma visual bem específica. Ser visual para ser compreendido O visual do Mapa Estratégico faz toda a diferença na execução do foi determinado nele. Já que um dos objetivos é ele ser compreendido por qualquer pessoa da empresa. O ideal para esta ferramenta é que ela seja organizada na forma de um gráfico, mostrando as influencias entre as áreas e o caminho que deve ser seguido para se chegar ao objetivo final. Se você já tem em mente as perspectivas da sua empresa, mas precisa de consultoria para colocar tudo no papel e montar seu Mapa Estratégico, nós podemos te ajudar. Entre em contato e vamos tomar um café.