O Balanced Scorecard e o equilíbrio da minha empresa
Um dos pontos mais importantes na gestão é entender se a sua empresa está indo para o caminho certo. Mas você sabe dizer quais fatores indicam se o caminho percorrido atualmente está certo? E, principalmente, quais os resultados que serão obtidos neste caminho? Descobrir uma forma de mensurar isso, definindo indicadores de desempenho, vai dar clareza sobre a empresa e as estratégias que devem ser tomadas para o sucesso dela. Porém, esses indicadores não devem ser isolados, compreender o todo faz parte da metodologia BSC (Balanced Scorecard). Ver o todo para entender os próximos passos Definir indicadores é uma parte importante da metodologia BSC, mas ela vai além disso. Quando se analisa a estratégia de uma empresa, entender todas as áreas é algo válido, por isso o BSC define 4 perspectivas básicas em sua aplicação: • Financeira • Clientes • Processos Internos • Aprendizado e crescimento A partir destas perspectivas, o gestor consegue definir metas e os KPI’s (Key Performance Indicator) de cada área. Outro ponto importante destas perspectivas é entender como as áreas se relacionam, para que elas vivam em equilíbrio constante, já que essas perspectivas, tem uma relação de causa e efeito entre si. O Balanced Scorecard é válido para a minha empresa? Como já vimos, uma das bases do BSC é a definição de indicadores, que levam em conta as perspectivas da empresa. Após isso, deve ser feito um acompanhamento constante para garantir que os indicadores são efetivos. Alguns componentes auxiliam neste acompanhamento, são eles: • Mapa Estratégico – resumo dos principais objetivos organizacionais e a relação de influência das perspectivas; • Objetivo Estratégico – qual o resultado esperado? O que deve ser alcançado com essa estratégia; • Indicador – quais fatores servirão para medir o sucesso para alcançar o objetivo definido; • Meta – aonde quero chegar com a estratégia? • Plano de ação – ações-chave necessárias para que os objetivos sejam alcançados. Então, como um método simples de ser aplicado, o BSC é válido para qualquer empresa. Em uma empresa que está crescendo, esta metodologia poder ser a chave para que o sucesso venha ainda com mais força. Se a sua empresa já é grande, ela pode ser necessária para ajudar a te manter no topo. A Metodologia BSC ainda é compatível e pode ser alinhada com diversas práticas de gestão empresarial e de negócios, como o Business Model Canvas e Design Thinking. Ou seja, você pode aprimorar a gestão que já aplica na sua empresa a partir do BSC. O BSC é fundamentado em dados, informação e conhecimento sobre a empresa. O que ajuda na tomada de decisão e na hora de executar as estratégias definidas. Se você quer aprimorar a governança e gestão da sua empresa para atingir melhores resultados, o BSC é a melhor prática disponível no mercado, entre em contato com a gente que podemos te ajudar.
A importância de mapear e melhorar os processos na sua empresa
Ter processos definidos é algo que faz toda a diferença no dia a dia, em qualquer empresa. Onde você trabalha, a sua rotina é definida a partir de algum processo? E essa rotina, é compartilhada com outras pessoas da sua equipe? A resposta dessas perguntas pode impactar resultados do seu trabalho e da sua empresa. Um processo bem definido e compartilhado entre todos os funcionários, faz com que as engrenagens da empresa rodem da maneira mais fluida possível, reduzindo desperdícios e custos. Por outro lado, definir e colocar processos em prática não é tarefa muito fácil, mas extremamente necessária para que você identifique quais atividades devem ser repensadas ou melhoradas. Antes de mostrarmos técnicas para esse trabalho, é importante responder a uma pergunta: O que é processo? Processo é o conjunto de ações, realizadas de forma contínua e prolongada, que transforma uma entrada (in put) em uma saída (out put). Dentro de uma empresa, o processo macro de fabricação de um produto pode ser explicado pelas seguintes etapas: 1. Entrada da matéria-prima (insumos, ideias, demandas, etc); 2. O processamento ou transformação desta matéria-prima; 3. E a saída como um produto ou serviço pronto. Dentro de cada uma destas etapas, várias atividades acontecem e, muitas vezes, realizadas por mais de uma pessoa na empresa. Por isso, ter processos definidos é tão importante. Minimiza erros e padroniza as ações recorrentes. Com a definição destes processos, sua equipe pode ser mais independente. Assim a empresa vai continuar “rodando”, mesmo se o gestor ou alguma pessoa específica precisar se ausentar. Quando isso acontece, significa que a sua equipe ficou no “piloto automático” para algumas ações e tarefas. É neste momento que os gestores realmente fazem o papel de gestores, e param de “apagar incêndios” o tempo todo na operação. A partir de então, o tempo para a execução de tarefas cotidianas e as chances de erros serão reduzidos. Definindo e melhorando processos Para definir qualquer processo é necessário descrevê-lo da forma mais detalhada possível. Com o processo definido, você consegue identificar as atividades que limitam ou reduzem a capacidade produtiva da equipe. Identificando estes gargalos, é possível trabalhar para que eles sejam resolvidos. Simplifique: essa á a palavra de ordem para otimizar processos. Simplificar as ações faz com que elas fiquem acessíveis para quem tem muito tempo de casa, ou para quem acabou de começar o trabalho na empresa. Quando algum processo está definido, os custos para a realização daquela atividade ficam reduzidos. Outra vantagem de definir processos, é dar mais liberdade para a equipe tomar decisões simples, priorizando o tempo para as atividades mais importantes. Reavalie, sempre! Qualquer empresa está em constante mudança, sejam por novos produtos que aparecem no mercado, ou por novos conhecimentos que os profissionais conseguem implementar no trabalho. Com os processos, não pode ser diferente. Reavaliar sua eficácia, mudar o que for necessário e implementar novas atividades é algo que deve ser constante. Só assim você vai garantir que a produtividade do trabalho realizado na sua empresa está ideal. Cuidado! Automatizar processos não significa melhorar processos Um erro bastante comum encontrado no mercado atualmente é a crença de que automatizar processos, através de softwares, vai automaticamente melhorar os processos. Se algum processo da sua empresa não está eficiente, automatizá-lo significa automatizar uma ineficiência e nada vai mudar., talvez até piore, pois as informações ficam “escondidas” em um fluxo burocrático e despadronizado. A sequência correta para melhorar processos é: mapear –> analisar –> enxugar desperdícios –> padronizar –> automatizar. A automatização só faz sentido quando o processo já está enxuto e padronizado. Assim a produtividade vai dar saltos significativos. Quer entender mais de como a definição de processos é importante para sua empresa? Entre em contato com a gente que podemos te ajudar.
Otimize seus processos com a Metodologia Scrum
Você é um empreendedor e acha que, às vezes, os projetos da sua empresa saem um pouco do controle? A necessidade de passar noites em claro para entregar um projeto é constante? Então, é hora de rever isso com a Metodologia Scrum. Gerir projetos que envolvam diversas áreas e pessoas, não é trabalho fácil. Principalmente por que os imprevistos acontecem e, nem sempre, eles são comunicados com toda a equipe. O sonho de qualquer gestor de projetos é conseguir alcançar bons resultados, dentro do tempo e custos previstos. Mas como fazer isso? Metodologias de gestão de projetos são feitas para ajudar com isso e hoje a nossa dica é a Metodologia Scrum. Por meio dela, o projeto é dividido em ciclos de atividades, reuniões e mudanças. Acompanhar, para não perder o controle Um dos pontos principais do Srcum é o acompanhamento constante. A frequência de reuniões é muito importante. Por meio delas a equipe consegue falar o que está fazendo, o que está travado e, a partir disso, chegar em formas de melhorar o processo e torná-lo mais ágil. Essas reuniões também são importantes para apontar as mudanças necessárias no projeto e nas atividades. A proposta do Scrum, com este acompanhamento constante, é que a equipe inteira fique ciente do que está acontecendo. Toda a equipe deve entender as atividades que estão sendo realizadas naquele momento e as atividades que serão feitas em seguida. Além deste acompanhamento, as equipes devem mostrar o andamento das suas atividades de forma visual. Essa é uma parte essencial para um projeto que usa a Metodologia Scrum. Se consegue ver, consegue entender O perigo de ter reuniões constantes é passar o dia fazendo reunião. Por isso, o Scrum precisa que o acompanhamento dos projetos seja o mais visual possível. Um painel, onde todas possam ver, é uma forma bem direta de fazer isso. Nesse painel, é importante ter todas as atividades e o status de cada uma. Assim, cada pessoa consegue ver o andamento delas, sem a necessidade de perder tempo comentando sobre isso. Essa organização visual é importante para que você aprenda a priorizar as demandas. Já que, ao bater o olho, verá o que está atrasado e o que é mais urgente. Com isso também é mais fácil entender se muitas atividades estão sendo feitas ao mesmo tempo e colocar uma coisa de cada vez. O Scrum é uma ótima forma de gerenciar processos, principalmente quando existem várias coisas acontecendo ao mesmo tempo. Além da Metodologia Scrum, outros métodos e técnicas também ajudam nessa gestão. Comenta aqui, qual você conhece e indica?
Dia da Mulher: uma pausa para reflexão

O debate continua todos os dias do ano, mas o dia 8 de março nos inspira uma reflexão importante: o caminho que as mulheres percorreram na sociedade – sobretudo no mercado de trabalho – para chegarem ao status atual de representatividade. Até 2017, mais de 7 milhões de mulheres são donas do seu próprio negócio. Mesmo com esse número crescendo, a jornada dupla ou tripla das mulheres não fica de lado. No últimos 10 anos, o número de mulheres que são chefes de família e empreendem aumentou 70%. O crescimento destes números significa que as mulheres conquistaram cada vez mais seu espaço, e nunca se falou tanto em igualdade de direitos. Mais do que nunca, as mulheres buscam ser ouvidas e respeitadas sem distinção. Vemos cada vez mais mulheres na liderança, tomando frente de projetos e mostrando o valor do trabalho feminino, abrindo caminho para mudanças ainda mais relevantes. É essa força de vontade, garra e dedicação que celebramos hoje, no Dia Internacional da Mulher. Sabemos que ainda há um grande caminho a percorrer, mas nossas conquistas são cada vez maiores e mais significativas. Parabéns pelas vitórias e que não falte fibra para ir cada dia mais além! Lure Consultoria
eBook Grátis: Guia sobre Controladoria Estratégica
Material completo sobre as abordagens da controladoria e as possibilidades que ela oferece à sua empresa. “Por meio da análise de resultados e dados, a controladoria é capaz de identificar padrões, apoiar a tomada de decisão e ajudar a empresa a encontrar soluções adequadas para suas principais questões.“ Controladoria estratégica sem mistério Baixe grátis o e-book e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto. Seu e-mail Seu nome
Como gerenciar cargos e salários de forma eficiente

Muito se diz atualmente que os colaboradores estão mais preocupados com a qualidade de vida no trabalho e com o bem-estar. No entanto, a satisfação dos funcionários não reside somente nesses aspectos, já que um plano de cargos e salários e um plano de carreira são opções bem aceitas, motivando o colaborador e permitindo a valorização da empresa. Nesse cenário, o que muitos profissionais de recursos humanos e gestores se perguntam é: “como fazer a gestão de cargos e salários?”. Esse processo passa pela definição adequada da remuneração de cada atividade, ação que deve ser muito bem avaliada para não causar descontentamentos e proporcionar a valorização do funcionário. Considerando esse contexto, esse post vai tratar do gerenciamento de cargos e salários, mostrando como os salários podem ser administrados e quais são os benefícios advindos dessa estratégia. Gestão de cargos e salários: o que é? Sempre que um colaborador entra na empresa, ele deve ser informado a respeito de uma série de regras. Uma delas é relativa ao gerenciamento de cargos e salários, diretriz que serve para indicar ao colaborador o que ele deve fazer para crescer dentro da empresa e poder alcançar um cargo mais elevado e uma remuneração melhor. Para a empresa, a definição dos cargos e salários é um orientador, evitando que determinados colaboradores sejam privilegiados por questões subjetivas. Assim, a decisão de aumentar o salário ou elevar o cargo de um funcionário é mais objetiva e impessoal. De maneira geral, podemos entender o gerenciamento de cargos e salários como uma forma de reconhecimento pela capacitação e pelo bom desempenho dos funcionários. É importante destacar que o plano implementado vale não apenas para os novos colaboradores, mas também para aqueles que já trabalhavam na empresa antes da adoção desse tipo de gestão. Assim, todos têm conhecimento dos passos necessários para ascender de cargo. Nesse sentido, o gerenciamento de cargos e salários é necessário em algumas situações, como: Diagnóstico da organização; Reestruturação de cargos; Problemas para atrair e reter talentos; Demandas surgidas devido à investigação do clima no ambiente de trabalho; Insatisfação dos colaboradores com relação aos salários e cargos; Organização das relações trabalhistas existentes entre a empresa e os colaboradores; Adequação para que a empresa esteja atualizada sobre as técnicas de gestão de pessoas; Valorização e reconhecimento dos colaboradores. Assim, o gerenciamento de cargos e salários faz com que a remuneração esteja equilibrada e que todos possam aperfeiçoar suas habilidades e competências, melhorando a qualidade do trabalho e, consequentemente, sendo reconhecido por isso. Como administrar salários? Antes de entender o que é necessário para administrar salários é preciso fazer a definição de qual remuneração é a mais adequada para cada atividade realizada na empresa. Além disso, o cargo deve ser descrito, considerando-se suas responsabilidades. Os gestores e empreendedores precisam compreender que a administração de salários é uma atividade importante, sendo considerada um investimento por trazer qualidade de vida no trabalho, satisfação e bem-estar. Dessa forma, a empresa oferece não somente oportunidades de ascensão, mas também um salário compatível com a função. E quais são as finalidades da administração de cargos e salários? São elas: Ordenação de cargos conforme a responsabilidade e as exigências de habilidades; Adequação do salário aos patamares praticados no mercado; Incentivo à eficiência e à produtividade do trabalhador. Assim, a administração de salários deve considerar a hierarquia existente na empresa. No entanto, como vimos, também é preciso considerar a média salarial da função. Então, como fazer essa pesquisa? Veja a seguir. Pesquisa salarial A pesquisa salarial é uma prática adotada pelas empresas sempre que é necessário repensar a remuneração ou adotar uma política de salários. O intuito é que haja um equilíbrio interno e externo, ou seja, que os valores pagos para diferentes colaboradores estejam dentro de um padrão e de acordo com o que já é praticado no mercado. Para fazer a pesquisa salarial, o primeiro passo é selecionar as empresas que serão avaliadas. Isso deve ser feito considerando os dados que se pretende obter e o tempo para realização da pesquisa. Especialistas recomendam que sejam verificadas entre 12 e 25 organizações. No entanto, esse número pode variar porque nem todas elas podem aceitar divulgar informações salariais. Além disso, deve-se considerar outros fatores, como região, porte, competitividade de mão de obra, estrutura interna, segmento de atuação e estratégia de recursos humanos. Depois de selecionar as empresas, chega o momento de escolher os cargos a serem analisados. Nesse caso, é importante fazer uma escolha assertiva para que o resultado da pesquisa tenha seu potencial maximizado. De maneira geral, são escolhidos os cargos comuns às empresas. Porém, também se deve pensar no número de colaboradores naquele cargo, em sua importância estratégica para a empresa, se eles possuem descrição para compreensão e comparação e se esses cargos têm representatividade em relação ao mercado de trabalho. A próxima etapa é a verificação dos 3 elementos principais da pesquisa salarial, que são: Salários – são os valores pagos aos colaboradores da empresa, podendo incluir salário fixo, bônus, comissões, valores de benefícios quantificados etc. Ou seja, toda a remuneração variável de curto e longo prazos e a remuneração indireta; Política de benefícios – o chamado salário indireto é muito importante para diversos colaboradores e, portanto, deve ser considerado já que é um atrativo. Alguns exemplos de benefícios são vale-refeição, vale-alimentação, seguro de vida, assistência médica e odontológica etc.; Procedimentos e políticas de gestão – apesar de não ter relação com valores, esse elemento pode aumentar a competitividade das empresas. Por isso, é importante analisar essa questão. Entre os procedimentos e políticas de gestão que podem ser adotados estão processo de recrutamento e seleção, estratégia de remuneração, administração de pessoal, benefícios quantificados etc. Já na etapa de coleta das informações, os dados devem ser tabulados considerando a descrição dos cargos, para que sejam comparados aqueles que são similares. Assim, é possível analisar os pontos que podem ser melhorados e quais elementos já estão seguindo o que é praticado no mercado. Nesse momento, outro elemento importante deve ser considerado: o plano de carreira. Planos de carreira Essa estratégia é o documento que apresenta o conjunto de ações necessário para que o
Downsizing: melhore o desempenho da empresa com ações de RH

Você já ouviu no meio corporativo sobre o termo “downsizing”? Essa palavra — que, em português, significa “achatamento” ou “redução” — está relacionada a uma técnica muito aplicada na administração contemporânea. O foco da estratégia é na melhoria do desempenho da empresa, por meio de ações de recursos humanos bem específicas. Neste artigo, você entenderá com detalhes o que é downsizing, quais são as ações que ele implica, seus objetivos, vantagens e desvantagens. Vamos lá? O que é downsizing? Em termos bem simples, o downsizing consiste na eliminação de processos e recursos desnecessários, com foco no RH. Talvez essa técnica faça você pensar um pouco na filosofia Lean, ou enxuta. Porém, enquanto a filosofia enxuta é focada em otimizar a geração de valor para o cliente, o downsizing está mais preocupado com o aumento da eficiência operacional e financeira da empresa. Para que o downsizing possa trazer bons resultados, ele deve ser aplicado alinhado ao planejamento estratégico da empresa. Por exemplo, esta técnica pode ser uma forma de aumentar a viabilidade financeira da empresa em momentos de recessão financeira. Também pode ser uma alternativa para reduzir a burocracia, agilizando o fluxo da tomada de decisões. Porém, como envolve ações que afetam muito a equipe, a implementação do downsizing deve ser bem planejada. Além disso, ele só deve ser utilizado quando trouxer benefícios reais para o atingimento das metas da empresa. Como ocorre a implementação? A implementação do downsizing ocorre através de um processo com 6 etapas principais, elas estão divididas em: planejamento, definição de metas, elaboração de princípios básicos, coleta de fatos, identificação de oportunidades e planejamento de melhorias. Entenda melhor o que acontece em cada uma delas a seguir. Planejamento Nesta etapa, os gestores devem analisar o quadro atual de recursos humanos e identificar desperdícios e gargalos. É importante definir se o downsizing é realmente a melhor alternativa para resolver os problemas identificados. Definição de metas Nesta etapa, os gestores estabelecerão quais são os objetivos que o downsizing atenderá. Por isso, tenha em mente que, dependendo das metas definidas, nem todas as ações típicas do downsizing precisarão ser implementadas, as principais são: reorganização das funções e atribuições dos cargos; simplificação da chefia, retirando cargos de “subgerente”, “supervisor” e outros cargos da pequena e média gestão; redução de processos burocráticos, eliminando etapas intermediárias desnecessárias; demissões, inclusive, as coletivas estabelecimento de planos de carreira e programas de desenvolvimento de líderes; reavaliação dos critérios utilizados para a avaliação de desempenho dos funcionários. Execução Nesta etapa, as ações, determinadas previamente, serão implementadas. A etapa de execução exige atenção para garantir que as equipes de trabalho não serão negativamente afetadas. Comunicação clara e transparente é essencial. Também é válido implementar medidas paliativas, especialmente, quando o downsizing envolve demissões. Neste caso, o programa de outplacement é recomendável. Monitoramento Nesta etapa, cabe acompanhar os resultados obtidos através do downsizing. É importante ter métricas palpáveis (KPIs) para avaliar se os resultados estão atendendo às metas iniciais. A etapa de monitoramento pode ser a mais longa, já que o downsizing visa resultados tanto de curto quanto de longo prazo. Identificação de oportunidades Nesta etapa, os gestores avaliam outras oportunidades que surgem a partir do downsizing para aumentar a eficiência da organização. Para isso, informações coletadas através do monitoramento serão um recurso importante. Planejamento de melhorias Finalmente, nesta etapa, o ciclo se fecha. Os gestores pegam as informações do monitoramento, as oportunidades identificadas e retornam ao planejamento. Assim, procuram ajustar erros de execução, alinhar melhor o downsizing com suas metas ou, até mesmo, ampliar o escopo das ações. Quais são as vantagens do downsizing? Em curto prazo, o downsizing permite reduzir custos ligados, direta ou indiretamente, ao tamanho das equipes de trabalho. Também tem um impacto sobre a agilidade das operações, já que a redução das camadas hierárquicas beneficia uma tomada de decisões mais rápida. Até mesmo a qualidade do trabalho pode ser afetada positivamente. Quando você reduz a equipe, um mesmo funcionário passa a assumir a responsabilidade sobre um número maior de etapas de um processo. Desta forma, ele consegue ter uma visão mais clara e um controle maior do resultado desejado, durante a execuç6ão destas fases. Se analisarmos os resultados em longo prazo, o downsizing também oferece vantagens. Com o tempo, uma equipe enxuta facilitará a execução de projetos altamente complexos, como: Expansão do negócio (através de fusão com outro negócio, abertura de novas unidades, criação de franquias); Modernização de procedimentos ao adotar novas tecnologias ou práticas; Alterações no mix de produtos e serviços oferecidos; Reposicionamento de mercado. Tenha em mente que, quanto maior a equipe, maior a resistência encontrada a estes projetos que envolvem um nível elevado de mudança. Portanto, reduzir a equipe agora facilitará todo o caminho de crescimento da empresa no futuro. E as desvantagens? Em primeiro lugar, precisamos ressaltar que o downsizing, em si, não é algo ruim. Porém, ele pode ser implementado de forma inadequada e, assim, gerar graves problemas dentro da empresa. Isso acontece, principalmente, quando a gestão leva o downsizing longe demais, algo que o próprio criador da técnica, Robert Tomasko, critica. Ele fala sobre a “miopia do downsizing”, que acontece quando a empresa acha que cortar custos resolverá todos os seus problemas — sem perceber, no entanto, que a causa por trás de seus problemas é outra. Outro problema comum é quando a empresa decide experimentar o downsizing, em vez de implementá-lo como um projeto de mudança bem estruturado. No momento da implementação, ele já começa a gerar resultados e provocar reações. Se você não estiver preparado para manter a situação sob controle, ela pode avançar em direções muito diferentes dos seus objetivos. Quando uma empresa comete um destes erros (e observe que ambos estão relacionados com uma falha na etapa de planejamento!) pode ocorrer o que Gary Hamel e C. K. Prahalad, em seu livro “Competing for the Future”, chamam de anorexia empresarial. Nestes casos, as empresas reduzem ao máximo os custos através da demissão de seus funcionários, mas não reestruturam as funções e os processos para adaptá-los à nova
Reestruturação Financeira: confira 6 características

Os administradores de empresas que procuram formas de melhorar o lucro de onde trabalham, gerando maior fluxo de caixa e, consequentemente, um resultado positivo no ano, com certeza, já ouviram falar sobre a reestruturação financeira. Ela nada mais é que uma possibilidade para aliviar as obrigações e despesas mensais e dar mais fôlego para o negócio, especialmente em tempos de crise. Porém, nem todos entendem como esse processo pode ser utilizado na prática. Quer tirar todas as dúvidas? Acompanhe nosso artigo e conheça mais sobre a reestruturação financeira! O que é reestruturação financeira? Como o próprio nome diz, a reestruturação financeira é uma reorganização do quadro de finanças de um negócio, para torná-lo mais saudável. Toda empresa, para sobreviver em longo prazo, precisa ter uma receita maior que os gastos, gerando o lucro. Parte desse lucro será utilizado como fluxo de caixa, permitindo novos investimentos, que são a chave de crescimento. Outra parte pode ser usada como reserva para enfrentar momentos recessivos da economia. Quando a empresa não consegue atingir um lucro satisfatório, o fluxo de caixa fica comprometido, fazendo com que a empresa não consiga crescer e até mesmo tenha dificuldade para liquidar todas as suas obrigações. Em longo prazo, esse descontrole pode até mesmo fazer com que o negócio feche. Antes que isso aconteça, o ideal é realizar uma reestruturação financeira, que deve sugerir atitudes que tornem a empresa lucrativa novamente. 1. Mapeamento dos processos produtivos O principal objetivo da reestruturação é encontrar gargalos na produção que estejam impactando diretamente nas contas da empresa e superá-los, a fim de melhorar o fluxo de caixa, reduzir os custos e, assim, obter um resultado melhor na captação de recursos. Se o problema da sua empresa estiver nas vendas, podem ser sugeridas ações que estejam focadas nessa área. Porém, o foco é melhorar as finanças e garantir sua liquidez. Como isso é feito? Inicialmente, uma equipe especializada em finanças ou consultoria fará um diagnóstico da situação atual do negócio. Para isso, ela terá que ter acesso ao maior número de informações possível sobre a real situação do caixa, do estoque e das obrigações da sua empresa: ser transparente é fundamental para o sucesso da reorganização. Depois, ela analisará o processo de produção para identificar quais áreas não estão funcionando como deveriam e identificar processos que podem ser melhorados, reduzindo custos. Muitas vezes, pode ser necessário retomar o plano de negócios original ou até mesmo fazer um, caso a empresa não tenha. 2. Articulação com o plano de negócios O plano de negócios é um documento de extrema importância para qualquer empresa, pois nele estão todos os estudos necessários para fazer com que o negócio vá para frente: análise de mercado, público-alvo, metas financeiras, entre outras. Com essas informações em mãos e atualizadas, é muito mais fácil identificar em que ponto a organização está falhando. Com um plano de negócios, é possível identificar novas formas de trazer capital para a empresa, conseguir novos investidores, quando for o caso, pensar em soluções que aumentem a lucratividade, e encontrar um ponto de equilíbrio mais confortável para a atual situação financeira em que ela se encontra. Por isso, é bem comum que qualquer análise de reestruturação tenha como ponto inicial o plano de negócios. 3. Importância da tomada de ações Quando um empresário se vê obrigado a partir para a reorganização das finanças de sua firma, é porque as coisas não estão indo tão bem quanto o esperado. Porém, é bastante comum que, após a avaliação, a sugestão das ações a serem tomadas possam parecer drásticas para ele — como a demissão ou a substituição de funcionários, a reorganização de setores, a troca de fornecedores etc. Só que não adianta fazer toda a análise se o proprietário não tiver energia suficiente para levar adiante as mudanças necessárias para recuperar a saúde financeira da empresa. Elas podem muitas vezes ter um impacto positivo no fluxo de caixa em curto prazo e aliviar as contas instantaneamente. Por isso, segui-las é de fundamental importância. 4. Renegociação de dívidas Quando a empresa possui financiamentos com parcelas altas, ou até mesmo obrigações que estejam comprometendo o lucro da empresa, há a necessidade de renegociar essas dívidas, para dar um respiro no desequilíbrio financeiro da instituição. A ideia é flexibilizar o fluxo de caixa para evitar que o negócio fique no vermelho. Nem sempre só o valor das parcelas pode ser ajustado: prazos de pagamento, juros e até mesmo o montante das dívidas existentes podem receber descontos. Porém, para isso, é preciso negociar visando atingir a meta necessária para a empresa. Por que a geração de caixa é importante nesse processo? Se você leu até aqui, já percebeu que manter o caixa da empresa estável é essencial para a reestruturação financeira. Praticamente todas as mudanças são pensadas para melhorar a situação dele. Isso se dá porque é o caixa que ajuda a instituição a se manter firme nas adversidades. Ele é a garantia de que o administrador terá o capital de giro necessário para realizar suas atividades e honrar débitos. 5. Foco na melhoria de processos Alguns empresários temem partir para uma reestruturação financeira porque acreditam que haverá um enorme corte de gastos, prejudicando a produção. No entanto, esse não é um objetivo desejável. O ideal é que a redução das despesas se dê tornando processos internos mais simples e eficientes, a fim de economizar na produção. A meta é sempre planejar e organizar os processos internos, para descobrir exatamente o que está gastando mais dinheiro do que deveria e, assim, promover uma redução nos custos operacionais. 6. Treinamento de funcionários como princípio Nem todos os empresários se dão conta disso, mas um bom treinamento pode fazer milagres pela sua empresa. O treinamento é fundamental para, por exemplo, habilitar funcionários para lidar com um programa — economizando tempo e evitando retrabalho — até motivá-los a dar ideias que ajudem a melhorar a situação financeira do negócio. O treinamento também pode ser aplicado para ajudá-los a vender mais, ter uma melhor relação com fornecedores, pesquisar preços, aprender a negociar com mais eficiência, entre outras atitudes que melhoram 100% a sua situação e fazem a reestruturação financeira ser um
7 motivos para sua empresa aderir à Produção Enxuta!

Gestores de empresas de qualquer ramo buscam sempre encontrar soluções que ajudem a otimizar suas operações, reduzir os custos e aprimorar os resultados. Além de ações simples, que proporcionam retorno em curto prazo, é possível contar com metodologias que trazem grandes mudanças e garantem excelentes benefícios. Nesse sentido, decidimos elaborar o artigo de hoje para falar mais sobre a Produção Enxuta, como ela funciona, como pode ser implementada e quais vantagens ela garante para a organização. Continue acompanhando e saiba mais! Afinal, o que é a Produção Enxuta? A Produção Enxuta, também chamada de Lean Manufacturing, é um sistema criado pela Toyota, que visa eliminar desperdícios de produção — incluindo a eliminação de atividades desnecessárias — através da melhoria contínua e foco na qualidade total. Assim, pode-se dizer que o objetivo desse método de trabalho é alcançar a eficiência dos processos, entregando o máximo de valor e utilizando a menor quantidade possível de recursos. Além da mudança nos processos, ela visa também a melhoria contínua. Ou seja, sempre que uma forma mais eficiente de executar uma tarefa for alcançada esta deve ser aplicada, alterando a metodologia de trabalho. Como ela pode ser implementada? Para adotar essa filosofia de gestão, o ideal é seguir algumas premissas básicas. Dentre elas: Valor: identificar o que o cliente enxerga como valor e especificar esse pontos; Fluxo de valor: analisar quais processos realmente são necessários para a criação de valor; Fluxo contínuo: fazer os ajustes necessários para que esses processos sejam adotados de forma natural pelas pessoas que os executam; Produção puxada: produzir somente quando houver demanda por parte dos clientes — o que ajuda a eliminar desperdícios, causar excesso de estoques e perdas de produtos; Excelência: aplicar as melhorias contínuas sempre que necessário e buscar alcançar a excelência no que é feito. Como dissemos, o foco principal da Produção Enxuta é a eliminação de desperdícios. E isso pode ser feito atacando os 7 desperdícios de produção, que são: Espera: tempo desperdiçado em decorrência da espera de materiais, ferramentas, mão-de-obra, informações, etc. Transporte: tempo de deslocamento de determinado item de um local a outro, que não agrega valor ao processo; Movimentação: segue a mesma lógica do transporte. Porém, nesse caso, leva em consideração a movimentação de pessoas (em busca de ferramentas, informações, itens, etc) que não agrega valor ao resultado final do processo e afeta a produtividade; Defeito: desperdício que se transforma em prejuízo, tanto pelo problema no item, quanto pelo retrabalho necessário para fazer o reparo ou produzir um novo produto; Super processamento: processos desnecessários que não agregam valor percebido pelo cliente. Atividades que podem ser eliminadas e que não afetarão a qualidade. Superprodução: produção superior ao que é necessário, de acordo com a demanda gerada pelos clientes; Excesso de estoque: excesso de itens que pode ser gerado por problemas de confiança no fornecedor, erro ou falta de acuracidade na programação da produção, ou por problemas de qualidade, por exemplo. Por se tratar de um processo longo, que envolve muitas análises e mudanças no processo de trabalho, o ideal é contar com um serviço de consultoria empresarial, que pode auxiliar nessa tarefa, avaliando melhor os impactos e reduzindo os riscos de afetar a qualidade oferecida aos clientes. Por que minha empresa deve aderir a esse sistema? A Produção Enxuta oferece diversos benefícios para as empresas, quando bem implementada. Esses benefícios são a razão pela qual essa filosofia de gestão deve ser adotada pelas empresas. Confira alguns deles: Redução de perdas Pode-se considerar como perda o tempo para a realização de uma atividade, os recursos utilizados na produção e os itens acabados que se perderam em decorrência do excesso, por exemplo. Com a otimização dos processos de trabalho e a redução da necessidade de estoques, o índice de perdas diminui. Processos padronizados Além de aplicar as melhorias identificadas com o estudo das formas de trabalho, para que a Produção Enxuta seja bem-sucedida na prática é necessário formalizar as instruções de trabalho e fazer com que os colaboradores estejam cientes do novo padrão de execução das atividades. A vantagem obtida com essa padronização é que torna-se mais fácil treinar novos colaboradores, visto que o aprendizado será o mesmo, independentemente de qual funcionário ensinará a tarefa. Aumento da eficiência As melhorias implementadas através da Produção Enxuta permitem que seja feita a mesma carga de trabalho, no menor tempo possível, utilizando menos recursos e com o mínimo de desperdício possível. Com isso, os processos se tornam mais eficientes. Maior qualidade Dois dos objetivos principais da Produção Enxuta é reduzir, ou mesmo eliminar, os defeitos e problemas de produção e perceber o que o cliente enxerga como valor para entregar essa proposta. O resultado disso é maior qualidade nos produtos oferecidos, conseguindo atender ao máximo as expectativas dos clientes. Vantagem competitiva A geração de vantagem competitiva se dá quando a empresa consegue satisfazer seus clientes e destacar-se de seus concorrentes. Com as melhorias que a Produção Enxuta aplica na estrutura e nos processos de negócios — além de manter as necessidades dos clientes sempre em foco — pode-se dizer que as empresas que adotam essa metodologia largam na frente no seu mercado de atuação. Redução de custos A redução de custos se dá, principalmente, pela redução dos desperdícios de produção que foram citados anteriormente. Um dos maiores benefícios da redução de custos é oferecer preços mais competitivos para os clientes, o que consegue tornar a empresa ainda mais competitiva. Maior lucratividade A lucratividade é o resultado do faturamento menos os custos que a empresa possui para manter suas operações. Ou seja, quanto maior forem os gastos, menos dinheiro sobra, menor é o lucro obtido. Com a redução dos custos, o índice de lucratividade sobe, o que permite a realização de novos investimentos, que podem contribuir para otimizar as operações ainda mais. Como vimos, existem diversos motivos para adotar a filosofia da Produção Enxuta nas empresas, visto que os benefícios vão desde melhorias operacionais, até a excelência no atendimento aos clientes. Porém, vale lembrar que o ideal é manter o foco nas
Como uma consultoria empresarial pode ajudar o seu negócio?

Você quer fazer sua empresa crescer e fortalecer os pontos positivos para ganhar competitividade no mercado. Também precisa delegar tarefas e melhorar alguns processos de gestão, mas o dia a dia faz com que muitas atividades sejam postergadas e, às vezes, a aparente falta de preparação dos colaboradores atrasa os processos. Se você reconhece esse cenário, a consultoria empresarial pode ser uma boa opção. Mas o que a consultoria pode fazer para melhorar a gestão do seu negócio? Para responder a essa e outras perguntas, é preciso primeiro entender: O que é a consultoria empresarial? Essa é uma prática que tem por objetivo analisar de maneira profunda as características e os processos organizacionais. Dessa forma, é possível identificar possíveis erros e falhas que podem acontecer e tomar ações assertivas para solucionar os problemas antes mesmo de eles efetivamente ocorrerem. A partir da análise realizada, podem ser listados os pontos fortes e fracos por meio de análises internas e levantamentos. Para isso, diversas ferramentas podem ser utilizadas. Assim, a consultoria pode ajudar a melhorar os pontos fracos, sem ficar apenas orientando e acompanhando, mas também efetivando o processo — ou seja, colocando a mão na massa junto com o cliente. Além disso, são reconhecidos os aspectos da empresa que necessitam de ações emergenciais, sendo possível priorizá-los. Por essas características, a prática da consultoria não deve ser realizada somente uma vez. Como os desafios aparecem constantemente em uma organização, o diagnóstico do consultor é válido em diversos momentos. Outra dificuldade é que a gestão costuma acreditar que os problemas estão totalmente resolvidos, se esquecendo de manter as boas práticas. Assim, os obstáculos reaparecem. Como funciona a consultoria? Existem quatro etapas que contemplam o funcionamento da consultoria. 1. Análise do perfil O consultor contratado conversará com gestores e colaboradores, entendendo como a empesa funciona e qual é seu perfil. Como os entrevistados tendem a ressaltar os pontos positivos, boa parte do trabalho do consultor será observar as pessoas sem se envolver com as atividades e problemas do dia a dia. No restante do tempo, ele poderá fazer uma análise mais próxima dos colaboradores, identificando situações que podem ser melhoradas na próxima etapa, que é o planejamento. 2. Planejamento O consultor fará um planejamento para resolver os problemas da empresa, mostrando ao gestor quais são as falhas e quais devem ser priorizadas. O objetivo é indicar as ações necessárias e otimizar os resultados da organização. Assim, é possível, por exemplo, verificar soluções para a valorização dos colaboradores, criando um plano de cargos e salários, avaliando potenciais e modificando o processo de seleção de executivos. 3. Execução Depois de indicar o que deve ser feito, espera-se que a empresa aplique as ações planejadas. No entanto, essa execução nem sempre ocorre conforme o planejado. Por isso, a consultoria poderá ajudar na implantação colocando a mão na massa junto com o cliente e analisando se as metas traçadas estão sendo cumpridas. Além disso, é possível aumentar a rentabilidade e a eficiência, controlando a produção de maneira mais efetiva. Assim, a consultoria pode trabalhar com as seguintes vertentes: gestão organizacional, controladoria estratégica, excelência operacional e consultoria em RH. 4. Comemoração e replanejamento O alcance das metas e dos objetivos traçados deve ser comemorado, mas é importante definir novos objetivos para evitar que os problemas reapareçam. Portanto, o replanejamento também é uma ação necessária nesse momento para sempre ter em foco a evolução. Por que adotar a consultoria? Aprimorar a gestão deve ser um ato contínuo, porque gerir envolve planejamento, controle, adaptação, suporte e outras atividades voltadas para o alcance dos objetivos e das metas estabelecidas. Mas como a gestão deve ser realizada? É necessário dividi-la conforme os diversos setores da empresa e avaliar as necessidades de cada departamento. Por exemplo: pensando nos problemas do departamento de logística, como os colaboradores podem ser mais produtivos? Eles estão motivados? Como motivá-los? Como está a comunicação dessa área com as demais? Considerando essas questões, a consultoria pode ajudar no processo e melhorar a gestão do negócio. Por isso, não existe um momento mais adequado para a contratação de uma consultoria, já que ela também pode ajudar a empresa a sair da zona de conforto, além de priorizar o que é necessário. Além disso, a consultoria pode ser uma boa opção quando a empresa tem a disposição de mudar. Assim, o consultor pode trabalhar em conjunto com a organização e acelerar os resultados. Está na hora de contratar uma consultoria? Como você viu, não existe melhor momento para contratar uma consultoria. Mas sua necessidade se torna urgente caso estejam ocorrendo problemas visíveis, que acabam afetando os resultados da empresa. Com a consultoria, a gestão pode apresentar melhores resultados. Contudo, quais são os indicadores de que a consultoria é necessária? Veja alguns a seguir. Os colaboradores estão apresentando baixo desempenho produtivo; A estrutura gerencial da empresa não segue as determinações do mercado; A gestão não tem total controle das informações e atividades; A empresa tem o objetivo de crescer mais, mas, muitas vezes, não consegue; As finanças da empresa estão no vermelho ou a gestão não tem noção completa da situação financeira do negócio. Como escolher um consultor? Existem diversos tipos de consultoria, algumas focadas na gestão, outras apenas nas finanças. O ideal é contratar um consultor ou uma empresa especializada naquilo que o seu negócio precisa. Dessa forma, é possível obter os melhores benefícios. De maneira geral, é preciso considerar os seguintes fatores na hora de contratar um consultor. Cliente em primeiro lugar O consultor deve priorizar as necessidades dos clientes, colocando seus interesses em primeiro lugar. Por isso, mesmo que uma informação seja desagradável, é de responsabilidade do consultor informá-la, caso seja benéfico para o cliente. Experiência É importante que o profissional de consultoria tenha experiência para enfrentar os desafios que a empresa apresenta. De nada adianta contratar um consultor que não saiba o que fazer. Portanto, certifique-se de que ele tenha experiência. Perfil de resolução de problemas O consultor deve ter esse perfil para conseguir solucionar os desafios que a empresa enfrenta e saber aproveitar as oportunidades que aparecem. Além