Saiba como identificar gargalos na produção

A produtividade de uma empresa é a chave para o sucesso de qualquer negócio. Contudo, o grande desafio das organizações é aumentar a escala de produção através de custos cada vez menores. Diante dessa necessidade, diversos empreendedores estão aderindo a estratégias que otimizem a produtividade de sua equipe, além de identificar os possíveis entraves responsáveis pelos gargalos na produção. Os gargalos são definidos como qualquer obstáculo que esteja presente dentro de um sistema industrial, sendo capaz de restringir o desempenho e limitar a capacidade de produção final. Em suma, os gargalos podem existir em qualquer etapa de produção, como compra de matéria-prima, estocagem, embalagem, controle de qualidade, manufatura, vendas, entre outros setores. Gargalos podem se tornar grandes problemas, já que todas as etapas estão interligadas e podem ser prejudicadas com os atrasos de outras. Por isso, confira quais são os impactos negativos do gargalo na produção e como podem ser identificados e resolvidos para que o problema não volte. Confira! Quais são os impactos negativos? Qualquer empresa sabe que atrasos podem causar prejuízos financeiros, sendo capazes de comprometer uma linha de produção inteira. Além de gerar custos desnecessários, os gargalos podem afetar o tempo para execução das tarefas e atrasar a própria receita da empresa. Vale lembrar ainda que, quando os setores entregam sua demanda com atraso – já que não conseguem produzir na mesma velocidade – a empresa precisa arcar com todo desperdício de recursos e, posteriormente, com os aumentos dos custos. Por outro lado, não são apenas os desperdícios financeiros que são obtidos por meio do gargalo, além deles também ocorre o mau uso de recursos físicos, humanos e tecnológicos, gerando custos fixos a cada linha de produção. Com isso, em qualquer etapa que se instalar o gargalo, a empresa sofrerá com perdas de recursos, porém, se o problema surgir logo no início da produção, todas as outras etapas serão afetadas. Em contrapartida, quando o gargalo ocorre já no final da produção, a geração da receita e o consumidor poderão ser afetados. Além dessas desvantagens rentáveis, os gargalos podem ser grandes entraves, principalmente em momentos de instabilidade do mercado. Diante de empresas cada vez mais competitivas e seletivas, cabe aos gestores evitarem possíveis falhas em sua linha de produção. Para as empresas é importante considerar que os atrasos e a falta de atendimento ao consumidor final são graves prejuízos para os lucros de uma empresa, que não conseguirá cumprir seu acordo e prazo estabelecido. Como identificar o gargalo na produção? Identificar quais são as falhas que estão presentes no sistema produtivo é o primeiro passo para encontrar uma solução que reverta os prejuízos já causados e aqueles que ainda virão. No entanto, o grande desafio é encontrar as melhores estratégias que possibilitem eliminar estes obstáculos e equilibrar todas as etapas produtivas. Por essa razão, selecionamos algumas dicas que podem te ajudar neste processo. Faça uma avaliação dos processos da empresa Você não pode simplesmente pegar um atalho para encontrar onde está a raiz do problema. Pelo contrário, para identificar onde está o gargalo é necessário mapear e avaliar todos os processos realizados dentro de uma empresa, assim como seu desempenho atual. Como mencionamos, os gargalos são entraves que dificultam ou impedem a execução de tarefas, por isso, precisam ser identificados com urgência para que os impactos negativos sejam eliminados. Liste todos os problemas e suas origens Não basta apenas identificar os problemas e apontar as soluções cabíveis no momento, o mais importante é listar todos os problemas críticos e como eles afetam sua linha de produção. Claramente, uma única pessoa não poderá identificar essas falhas, será necessário contar com a participação de todos os envolvidos nos processos e através de reuniões, pontuar todas as falhas existentes. Somente dessa maneira, nenhum tipo de gargalo passará despercebido. Monte um plano de ação Com todos os problemas listados, ficará mais fácil encontrar as soluções necessárias. Não se esqueça de montar um plano de ação que seja funcional para cada gargalo apresentado e analisar como as outras etapas serão atingidas com essas mudanças. Como cada etapa de produção está integrada a outra e nenhuma poderá funcionar de forma isolada, é importante pensar sempre em conjunto diante das ações propostas. Como solucionar o gargalo e evitar que ocorra novamente? Solucionar um ou mais problemas em uma empresa é de extrema importância para manter o sucesso ou estabilidade dos negócios. Como pode perceber, é fácil o surgimento de gargalos em qualquer linha de produção, porém, identificá-lo e eliminá-lo não é um processo tão simples, que pode ser executado em questão de horas ou dias. Por essa razão, eliminar estes obstáculos ainda é a melhor alternativa para evitar seu retorno. E, por serem variados, podem estar relacionados a diversos fatores, como os operacionais, humanos, externos, instalações e processos. Cada área dessas tem um papel fundamental no desenvolvimento de um produto ou serviço, contudo, são alvos fáceis para os gargalos na produção. Os fatores operacionais, por exemplo, podem ser operadas por máquinas avariadas e ferramentas ultrapassadas que necessitam de mudanças ou ajustes. Em contrapartida, os colaboradores podem trabalhar sem especialização ou desmotivados, resultando em atrasos e refações desnecessárias. Além desses fatores, a produção pode ser comprometida por meio de influências internas, envolvendo ações sindicais, novas regulamentações do governo e conflitos entre fornecedores. Existem vários fatores que contribuem para o surgimento de um gargalo, já que uma simples peça pode prejudicar uma produção completa. A partir deste ponto de vista é correto afirmar que, assim como existem diferentes gargalos, também existem diferentes soluções, pois cada uma pode envolver aspectos produtivos, de infraestrutura ou gerenciamento de processo. Cabe aos gestores e responsáveis por cada departamento, implantar um sistema de gerenciamento mais assertivo ou investimentos que ofereçam melhores resultados. Ao automatizar os processos, por exemplo, a empresa também poderá diminuir esses entraves, apesar de ser um investimento que exige gastos financeiros. Contudo, com a automatização de tarefas, independentemente da área de atuação, os processos ganham mais velocidade, poder de comunicação e articulação. Além da automação, empresas também podem recorrer a consultorias especialistas, a fim de encontrar as medidas certas para solucionar os problemas
Afinal, o que é a controladoria empresarial?

Cuidar de um negócio é uma tarefa que exige muito planejamento e preparação. Cada gestor precisa estar preparado para tomar decisões diárias sobre o negócio e nem sempre essas decisões são fáceis. Quando não há informações que sustentem a tomada de decisão, entretanto, o processo é ainda mais difícil e corre mais riscos de terminar em um erro prejudicial para o negócio. Nesse sentido, a controladoria empresarial é de grande ajuda para negócios que desejam ser cada vez melhores. Mas, afinal, o que é a controladoria empresarial? É o que você confere a seguir. O que é a controladoria empresarial? A controladoria empresarial é um ramo híbrido entre contabilidade e administração que funciona mais em um esquema de consultoria e assistência para os negócios. No geral, o funcionamento da controladoria baseia-se em gerar uma grande quantidade de informações relevantes para o negócio. Mediante a análise de resultados e de indicadores, o setor de controladoria pode desenvolver padrões de controle e também análises de resultados do negócio de uma maneira geral. Com isso, a empresa passa a ter uma gestão mais assertiva. Devido a essas características, a controladoria pode ser considerada um setor estratégico para o negócio. Qual a sua importância dentro da empresa? A maior importância para a empresa é que a controladoria empresarial é capaz de fornecer maior controle sobre tudo o que acontece dentro do negócio. Isso acontece porque, com as informações geradas, a gestão empresarial é apoiada de tal forma que se obtém mais controle. A controladoria também é importante porque permite que a empresa tenha uma visão mais completa e mais integrada sobre o negócio de uma maneira geral. Com relatórios e análises altamente relevantes, os setores da empresa podem ser integrados mais facilmente, o que também favorece a gestão. No geral, portanto, a importância da controladoria dentro da empresa é favorecer a sua gestão e apoiar o negócio a atingir os seus objetivos estratégicos por meio de uma metodologia altamente relevante e que forneça uma análise completa de resultados. Quais as funções de um controller? O controller é o profissional que fica responsável por comandar toda a controladoria, inclusive quando ela é dividida entre controladoria gerencial e controladoria contábil. Inicialmente, o controller é responsável por estruturar operações e realizar um planejamento de aquisição e análise de dados. Ele também precisa ter conhecimentos não apenas sobre contabilidade ou administração, mas também deve conhecer a fundo o negócio para ser capaz de exercer um papel gerencial dentro desse setor. Outras atribuições são: Desenvolvimento de orçamentos; Análises de mercado e previsões de resultados; Comparativo entre o obtido e o planejado pela empresa; Desenvolvimento e melhoria de projetos; Monitoramento da contabilidade fiscal e tributária; Organização de relatórios focados na tomada de decisão. Dependendo da atuação do negócio, o controller também pode participar do processo de tomada de decisão junto a gestores de diferentes áreas do negócio. Quais os benefícios de ter uma controladoria? Ter uma controladoria é cada vez mais importante nas empresas e isso é altamente justificado pelos benefícios que esse setor pode trazer para o negócio. Destacamos os principais abaixo. Melhora na tomada de decisão Com mais informação, a gestão empresarial passa a ter mais conhecimento sobre a situação presente e futura da empresa, de modo a tomar decisões que se encaixem adequadamente nesses dois momentos. Quanto mais conhecimento existe sobre a empresa, mais fácil fica identificar quais oportunidades são ou não benéficas, o que facilita o processo de tomada de decisão. Ter um setor de controladoria dentro da empresa, portanto, não apenas facilita o trabalho dos gestores, como também faz com que ele seja apoiado em informações altamente relevantes. Como resultado, a tomada de decisão se torna mais assertiva, o que também evita que o negócio sofra com prejuízos e perda de posicionamento, por exemplo. Aumento do controle sobre a empresa Essa grande quantidade de informações também estabelece um controle mais estrito em relação à empresa. Dentre outras obrigações, a controladoria estabelece alguns padrões para que a empresa tenha um norteamento melhor sobre suas próximas ações ou sobre o que deve ser mantido em foco. Com isso, existe mais controle, desde os níveis mais elevados até os níveis mais operacionais, o que faz com que seja mais fácil identificar qualquer modificação que aconteça, assim como é mais fácil estabelecer mudanças de maneira segura. Elevação da transparência Outra vantagem da controladoria empresarial diz respeito ao ganho de transparência que a empresa experimenta, especialmente em relação a seus stakeholders. Como os processos passam a ser mais controlados, é mais fácil apresentar os resultados a acionistas e órgãos fiscalizadores, por exemplo. Também é mais fácil garantir ao cliente um nível de padrão de qualidade, assim como as negociações com os fornecedores também se tornam mais adequadas e mais transparentes. Além de essas relações serem favorecidas, a empresa também ganha em regularidade, confiança e reputação. Otimização de processos e resultados Com mais controle sobre a empresa também fica mais fácil fazer uma comparação entre o planejado e o que foi obtido. Essa análise torna possível identificar pontos de desvios e que não atenderam ao padrão desejado pelo negócio. Dessa maneira, os pontos considerados problemáticos são identificados de maneira mais clara, o que favorece uma atuação precisa para a otimização de processos e, consequentemente, de resultados. Aumento da competitividade Com um mercado cada vez mais voraz, é preciso utilizar todas as ferramentas que façam com que sua empresa se destaque – e a controladoria empresarial é uma delas. Como esse setor melhora a tomada de decisão, aumenta a transparência e favorece o controle de processos e de resultados em geral, a sua empresa fica mais preparada para encarar os desafios impostos pelo mercado. Em relação a uma empresa sem esse setor, o seu negócio ganha ainda mais vantagem, firmando-se como uma opção de destaque no setor de atuação. A controladoria empresarial consiste na obtenção e análise de informações que sejam importantes para o negócio, especialmente no que se refere a atingir objetivos estratégicos e a tomar decisões mais assertivas. Comandada por um controller, essa área da empresa traz vantagens
Tudo que você precisa saber sobre os 3 pilares do RH Estratégico!
Diante de um mercado cada vez mais competitivo, é fundamental contar com uma gestão empresarial completa e eficiente. Entretanto, é preciso lembrar que vários elementos fazem parte desta gestão, entre eles: informações técnicas, controles, indicadores, tendências, tecnologias e decisões, que interligam todos os setores da empresa e embasam o aperfeiçoamento e otimização dos processos internos. Neste cenário, o RH estratégico ganha ainda mais importância, mantendo-se alinhado as necessidades do negócio. Cabe a este novo RH, uma participação ativa na gestão empresarial, definindo práticas e políticas com foco no capital humano, atuando fortemente na atração e retenção de talentos, no desenvolvimento dos colaboradores, na criação de oportunidades de crescimento, no incentivo ao aprendizado e na formação de equipes de alta performance. Além disso, o RH estratégico deve estar sustentado por três pilares básicos. O primeiro é o conhecimento e a vivência no negócio. O segundo, a responsabilidade de auxiliar a organização a entender sua cultura, seus valores e contribuir para o engajamento dos profissionais. E o terceiro, a garantia dos aspectos de compliance e governança, principalmente no que diz respeito a ética nas rotinas de trabalho, o cumprimento da legislação e a transparência da gestão. RH tradicional X RH Estratégico Em linhas gerais, o RH tradicional pode ser compreendido como um RH reativo, que atende as solicitações, porém, sem um envolvimento profundo com a realidade da empresa. O RH tradicional ainda possui muitas tarefas operacionais, que tomam tempo e reforçam o subaproveitamento do capital intelectual e criativo das equipes. Outras características deste RH são a burocracia e o engessamento de seus processos, que impossibilitam uma gestão mais ágil e flexível, de acordo com as exigências do mercado atual. Além disso, existe uma visão limitada, com foco apenas nos subprocessos do próprio RH, desconsiderando a interdependência com os demais setores. Neste ponto, é preciso frisar que o RH tradicional não é somente o departamento de pessoal que atua nas admissões, nos desligamentos, na elaboração da folha de pagamento, nos cálculos trabalhistas e no controle de benefícios. Mesmo os RHs que possuem ações estruturadas, destinadas a recrutamento e seleção, treinamento e avaliação de desempenho, podem ter um foco estritamente operacional, preocupando-se exclusivamente com suas atividades, ignorando a necessidade de avaliar os impactos de seus programas, nos indicadores corporativos. Desta maneira, fica evidente a falta de efetividade deste RH para a empresa. Já o RH estratégico é proativo, articulado, questionador e crítico, estando sempre disposto a apoiar o negócio em seus desafios, mas também assumindo um papel de protagonista nas principais decisões. Tem foco em resultados mensuráveis e consegue agregar valor real. O RH estratégico age como um interlocutor eficiente, entre a organização e os colaboradores — compreendendo, traduzindo e negociando, necessidades e demandas de ambas as partes. Assim, possui uma panorâmica muito mais abrangente, integrando setores, gestores e equipes. Além disso, esse RH aposta em uma gestão mais horizontalizada e humanizada, eliminado barreiras para o aumento da produtividade, de forma contínua e sustentável. O RH Estratégico vive o negócio De fato, a construção de um RH estratégico começa com a vivência e o profundo conhecimento do negócio. Deste modo, diversos aspectos são identificados e analisados por esse modelo de RH. Internamente, é preciso interpretar corretamente os valores e cultura empresarial, assimilar as peculiaridades de cada departamento, as competências comportamentais, os conhecimentos técnicos exigidos para o exercício de todas as funções e o perfil ideal dos profissionais a serem contratados. Além disso, é importante entender detalhes sobre produtos e serviços, novos projetos e tecnologias, processos produtivos e administrativos, investimentos planejados e os principais diferenciais competitivos da empresa. Externamente, é essencial reconhecer o mercado, os atuais e os potenciais clientes, a concorrência, os fornecedores e também, as melhores práticas e tendências de gestão. Além disso, o RH estratégico também compreende as dificuldades impostas pela crise econômica, as variações do câmbio, a inflação e as mudanças nos hábitos de consumo da população. Outro ponto importante, avaliado pelo RH estratégico, são os anseios dos jovens profissionais e também, dos mais experientes. Considerando que a sociedade está em constante transformação, devido ao avanço da conectividade, o fácil acesso à informação, a valorização da qualidade de vida e a falta de mobilidade nos grandes centros urbanos, é natural que haja modificações no ranking de prioridades e de ambições deste público. Por isso, é fundamental conhecer esse contexto, para elaborar ações convincentes, que garantam a atração e a retenção de talentos. Esse conjunto de informações permite uma visão ampla da realidade da empresa e deste modo, o RH estratégico se torna mais competente e assertivo, apoiando verdadeiramente os demais setores e suportando a conquista de resultados ainda mais expressivos. Ajuda a construir e consolidar a cultura da empresa O RH estratégico entende a importância de as empresas definirem e fortalecerem identidades próprias, com a finalidade de personificar o negócio, reforçar valores e princípios corporativos, diferenciar suas iniciativas e criarem características marcantes. Esta é uma forma eficiente de se tornar uma referência perante o mercado, consumidores e profissionais. E assim, a cultura empresarial deve alicerçar esta identidade, oferecendo elementos que colaborem com a atração e retenção de talentos e de clientes, que tenham os mesmos ideais e propósitos. É preciso lembrar que, através da cultura empresarial, é possível estabelecer pontos importantes da gestão, como políticas, normas e procedimentos internos, além de processos, rotinas, padrões de trabalho e objetivos coletivos. A cultura empresarial também determina regras que devem nortear as relações profissionais entre colaboradores, fornecedores, parceiros e consumidores, considerando os preceitos de conduta, moral e ética. E neste caso, cabe ao RH estratégico a difícil missão de criar e disseminar todos esses conceitos, entre gestores e equipes, através de algumas medidas específicas: Construção da cultura empresarial O RH estratégico deve participar da criação da cultura empresarial, adicionando componentes relacionados ao capital humano, como a valorização do indivíduo e de suas potencialidades, o incentivo a diversidade e ao aprendizado, o cuidado com a saúde e a segurança dos colaboradores. As questões sociais e a preocupação ambiental também devem estar presentes, bem como
Controladoria empresarial: 9 conceitos que você precisa dominar
No mundo globalizado, as empresas precisam adequar os seus processos para entregar resultados mais ágeis e eficazes. Por meio da implantação da controladoria organizacional, é possível aumentar os resultados da companhia na medida em que há uma reestruturação efetiva e dinâmica da gestão empresarial. Neste post mostraremos os principais conceitos sobre a controladoria empresarial e as principais ferramentas que são necessárias para implantar esse novo modelo em sua empresa. Acompanhe. 1. O que é a controladoria empresarial? A controladoria empresarial visa entender e acompanhar o desenvolvimento e a execução de todo o trabalho realizado em uma empresa, sem que haja perda de continuidade dos projetos. Por meio do levantamento de informações úteis, planejamento e organização de processos otimizados e controle do trabalho realizado, os profissionais conhecidos como controllers repassam todo o andamento do serviço para os gerentes. A controladoria é uma das ferramentas gerenciais que tem sido muito procurada pelos empresários e gestores de empresa, visto que otimiza os esforços desses profissionais para pensar estratégias diferenciadas para a empresa, deixando a cargo do controller o acompanhamento de processos mais operacionais e menos estratégicos. 2. Tipos de controladoria empresarial Existem diversos tipos de controladoria empresarial que podem ser adotados por sua empresa. Entretanto, antes de implementar uma ou mais ferramentas, é fundamental realizar um planejamento junto à direção da empresa para verificar qual dos setores terá mais ganhos efetivos com esse novo modelo de negócio. 3. Gestão financeira O primeiro e mais procurado modelo de controladoria empresarial é voltado para a gestão financeira, de modo que os gerentes e diretores consigam ver com clareza como estão as finanças da empresa para, a partir daí, traçar estratégias adequadas. A gestão financeira visa analisar se as operações estão funcionando de maneira correta, para que os investimentos tenham retorno e a empresa continue no caminho do crescimento sustentável. Quando falamos em momentos de crise, principalmente como a que estamos vivenciando no Brasil, a controladoria de gestão financeira torna-se fundamental estrategicamente para o seu negócio, visto que é necessário reduzir custos e aumentar a receita. 4. Planejamento orçamentário A controladoria voltada para o planejamento orçamentário permite traçar com mais precisão os investimentos da empresa, minimizando as possibilidades de gastos exorbitantes que podem prejudicar o bom funcionamento do caixa empresarial. A necessidade de prever e controlar o orçamento é benéfica, não apenas para a empresa, mas também para os gestores, que podem, antecipadamente, prever seus projetos e processos, sem que haja a necessidade de aprovação a cada novo custo, ou seja, as aprovações orçamentárias acabam sendo mais rápidas e menos onerosas. 5. Controle de processos A controladoria de processos é uma das mais importantes ferramentas a serem utilizadas pelas organizações porque, quando há otimização, o desempenho da empresa é afetado diretamente, reduzindo os custos e alcançando a excelência operacional. Por meio de ferramentas para análise de procedimentos e eliminação de desperdícios que podem ser produtivos, de tempo, estoque e beneficiamento de matéria-prima, há intensificação da eficiência do trabalho, melhora no controle das operações e aumento da rentabilidade. 6. Contabilidade gerencial O principal objetivo da contabilidade gerencial é a redução dos riscos de falência das organizações, pois aponta as ações estratégicas e os planejamentos efetivos que devem ser seguidos pelos gestores, desde a supervisão do plano contábil da empresa, dos assuntos referentes a impostos até a aquisição de ativos fixos e variáveis, e demais trabalhos pertinentes ao contador. Nessa modalidade de controladoria, a contabilidade gerencial visa planejar e organizar o sistema gerencial da organização para que os fatos que ocorrem no universo contábil e financeiro sejam corretamente comunicados aos tomadores de decisão. 7. Contabilidade de custos A controladoria voltada para a contabilidade de custos tem o objetivo de entender e acompanhar os gastos produtivos por meio de registro contábil das operações da empresa. Por meio do levantamento desses dados, é possível dar apoio à tomada de decisão dos gestores quando o assunto é preço de venda, por exemplo. A contabilidade de custos deve prever um ponto de equilíbrio para cada preço de produto, ou seja, é necessário que o produto gere lucro para a empresa. Para estabelecer cada custo são necessárias análises específicas que determinarão a formação do preço de venda e o posicionamento de mercado. 8. Análise de balanços A controladoria empresarial utiliza as análises de balanço para que a empresa tenha bons resultados financeiros. Trata-se de um dos apoios da contabilidade gerencial e tem por objetivo acompanhar os indicadores escolhidos de maneira efetiva, entendendo qual a verdadeira situação da empresa, incluindo desde o seu patrimônio até as movimentações das operações contábeis, servindo então como apoio nos processos decisórios. Os controllers responsáveis pela análise dos balanços utilizam diversos cálculos aplicados ao patrimônio da empresa, norteando os tomadores de decisão para a formação de alternativas melhores a fim de que a empresa continue no caminho do crescimento. Trata-se, portanto, de importante respaldo para a tomada de decisão dos gestores. 9. Controle e gestão de pessoas A controladoria voltada para a gestão de pessoas é também uma importante estratégia que pode ser empregada pelas organizações porque, hoje, os bons profissionais são muito importantes para a continuidade do trabalho, para a motivação da equipe e para a rentabilidade das empresas. A gestão de pessoas visa ofertar aos gestores informações imparciais sobre as relações de trabalho, de modo que haja melhor aproveitamento da mão de obra na empresa e para que esses tomadores de decisão possam pensar em estratégias voltadas para recrutamento e seleção, treinamentos, plano de cargos e salários, por exemplo. Vamos investir em controladoria empresarial? Como deu para perceber, a controladoria empresarial tornou-se ferramenta fundamental para quem deseja se destacar no mercado e conquistar espaços na mente dos consumidores. Por isso, seu investimento torna-se algo necessário para as organizações que desejam crescer a longo prazo de maneira sustentável. Aposte nas estratégias de controladoria e obtenha mais êxito em suas decisões empresariais, otimizando processos, reduzindo custos e motivando as pessoas. Se gostou de nosso post, comente abaixo suas opiniões e compartilhe com outros gestores de que maneira você
Organização empresarial: por que é essencial para a produtividade?

A relação entre produtividade e organização é algo incutido em nossas mentes desde pequenos, quando nossos pais nos ensinam que não é possível estudar direito em uma mesa bagunçada. Mas será que essa lógica se estende a qualquer situação? O que é a organização empresarial? Será que, em uma empresa, mais organização realmente possibilita maior produtividade? Continue a leitura e descubra as respostas para estas perguntas e muito mais! O conceito de organização empresarial No caso de uma empresa, o conceito de organização vai muito além da ideia de colocar cada coisa em seu lugar. Organização empresarial parte da compatibilidade entre valores e objetivos da empresa, passando pela organização das pessoas e dos processos, chegando, finalmente, também à organização do espaço. Os valores e os objetivos Quando falamos de organização empresarial, em primeiro lugar, precisamos pensar no que está por trás da empresa: valores e objetivos. Afinal, estes são os pilares de todas as atividades desenvolvidas. Então, existe uma pergunta a ser feita: aquilo em que acreditamos corresponde ao que trazemos para o mundo? Vejamos um exemplo prático: a empresa adota valores de respeito ao meio ambiente, mas estabelece objetivos de crescimento que não são sustentáveis. Existe uma desorganização clara e, em algum momento, essa desorganização causará um conflito que pode abalar seriamente as estruturas da empresa. Você, talvez, esteja reconhecendo o caso real que a Volkswagen enfrentou, ao adulterar o controle de emissão de poluentes para garantir que seus veículos atendessem a certos requisitos de vendas. O resultado foi um escândalo que acabou com a produtividade da empresa, sem mencionar sua imagem no mercado, e os milhares de clientes prejudicados. As pessoas e os processos Em segundo lugar, é preciso pensar naquilo que permeia todas as atividades da empresa: as pessoas e os processos. Aplicada às pessoas, a organização empresarial precisa ter um foco no aproveitamento adequado dos recursos humanos. Isso envolve se perguntar: será que este funcionário está no papel mais adequado às suas habilidades e capacidades? A única maneira pela qual o gestor pode encontrar a resposta é com uma observação atenta de cada colaborador e com a prática do chamado “RH estratégico”. Aplicada aos processos, a organização empresarial tem uma forte relação com o pensamento enxuto. A pergunta que deve ser feita aqui é: os processos da minha empresa podem ser simplificados? Vale a pena lembrar que, em muitos casos, a simplificação e a organização caminham juntas. Quanto maior a complexidade de um processo, maiores as chances de desperdício e de desorganização — os grandes vilões da produtividade. Vale a pena reforçar que a organização de processos é algo cíclico. Ou seja, ela precisa ser reavaliada e reformulada continuamente. Para atingir os resultados desejados, você precisará de prazos, prioridades e métricas bem definidos. Além disso, o uso de softwares de gestão também é uma ferramenta importante para a organização empresarial e o pensamento enxuto. Eles centralizam o arquivo de dados, agilizam o acesso à informação e possibilitam a integração de diferentes setores da empresa. A organização do espaço Finalmente, chegamos ao ponto em que a correlação entre organização e produtividade pode ser mais clara. Quando o espaço físico da empresa está devidamente arrumado, todas as atividades são executadas de maneira mais prática e rápida, seja transportar uma caixa no estoque ou localizar um documento no arquivo. Praticidade e rapidez permitem que os funcionários façam mais em menos tempo, o que é basicamente a fórmula da produtividade. O problema da organização empresarial neste caso é que ela acaba ficando um pouco entrelaçada à organização pessoal, especialmente, no caso de estações de trabalho e dos escritórios. Como cada indivíduo possui uma noção particular sobre o que é “arrumado e bagunçado”, e estes espaços não são compartilhados, a empresa pode enfrentar dificuldades para estabelecer padrões de organização. Assim, surgem diversas dúvidas: deve haver um controle da organização de todos os funcionários nos seus espaços individuais de trabalho? O que pode ser permitido ou não na mesa? Como agir com relação ao uso de itens decorativos ou pessoais, como fotos e símbolos religiosos? Muitos funcionários passam mais tempo em sua mesa de trabalho do que em sua própria casa. Buscar um nível de padronização muito alto da organização nestes espaços pode causar uma desvinculação entre o funcionário e o espaço, o que afeta a produtividade negativamente. Ao mesmo tempo, a falta completa de parâmetros de organização também afeta negativamente a produtividade, especialmente, no caso dos indivíduos que possuem problemas para manter seu espaço de trabalho em ordem. Portanto, o ponto-chave, com certeza, é o bom senso. E ainda vale a pena mencionar que os visitantes estão sempre atentos ao espaço. Portanto, zelar por este espaço é uma forma de garantir uma boa imagem da sua empresa frente aos stakeholders. Esta é outra função muito importante da organização empresarial, embora não haja uma relação direta com a produtividade de sua empresa. O investimento em organização empresarial A maneira mais prática de alcançar a organização empresarial em todos os níveis que abordamos aqui é por meio da educação corporativa, ou seja, de programas consistentes de ensino e de treinamento para os funcionários. Em primeiro lugar, é preciso educar os colaboradores a respeito de conceitos essenciais para a organização dentro de uma empresa, tais como pensamento enxuto, gestão ágil de projetos e padrões 5S. Depois disso, é preciso também treinar os funcionários para o uso de ferramentas práticas, como os softwares de gestão comercial, financeira ou de estoque. Embora seja possível desenvolver a organização corporativa sem estes investimentos, a educação corporativa facilitará muito o caminho em busca da excelência. A organização abrirá as portas para uma produtividade mais alta. E, finalmente, mais produtividade se converterá em maior lucratividade. Logo, apesar de ser um investimento de longo prazo, ele é constituído por benefícios sólidos e garantidos. E você, aplica alguma técnica diferente de organização empresarial junto à sua equipe? O que acredita ser o mais importante entre todos os tópicos citados no texto? Compartilhe as suas próprias dicas e experiências com os outros
Controladoria e Gestão Empresarial: qual a relação?

Conhecimento é poder. Para uma empresa, a quantidade de informações da qual ela dispõe faz diferença em seus resultados. É com isso que a empresa consegue estabelecer qual é a melhor decisão a tomar em determinadas situações, favorecendo seu crescimento e seu fortalecimento dentro do mercado. Para que tudo isso seja possível, é necessário que a Gestão Empresarial seja bem estruturada e, principalmente, bem alimentada com as informações necessárias. Nesse sentido, a Controladoria aparece como um fator indispensável para uma Gestão eficiente. Conheça a seguir qual é a relação entre esses dois setores e quais são os impactos no seu negócio. O que é a Controladoria? A Controladoria é um processo responsável por gerar informações que sejam úteis para a realidade da empresa. Elas podem ser de diversas áreas, como informações contábeis, financeiras, gerenciais e estratégicas. Na Controladoria, também existe uma análise de riscos e de oportunidades, além de uma análise referente aos objetivos da empresa. Ele é, portanto, um setor considerado estratégico e que serve tanto para a avaliação de resultados como também para o fornecimento de informações e favorecimento do planejamento do negócio, em geral. Como funciona? A Controladoria de uma empresa não funciona de uma maneira única, já que cada organização possui suas próprias necessidades. Enquanto uma empresa pode utilizar o Business Intelligence e o Big Data para coletar informações, outra pode não utilizar esse tipo de ferramenta para gerar informações. De maneira geral, a Controladoria funciona ao criar relatórios gerenciais altamente relevantes para os objetivos de negócio, ao fazer comparações entre o planejado e o realizado da empresa e ao informar indicadores e benchmarks da empresa em relação ao mercado. Assim, a Controladoria não tem a função de atuar — que é papel da Gestão Empresarial —, mas sim de fornecer os recursos necessários — nesse caso, a informação — para a atuação. Para isso, a Controladoria deve começar a ser implantada com uma estruturação de todos os processos, de modo que a coleta e análise de informações seja favorecida. Além disso, é preciso definir dentro da realidade da empresa quais são os fatores mais importantes para a tomada de decisões, para que a Controladoria possa se focar nesses pontos-chave. Quais as vantagens para a Gestão Empresarial? Caso a Gestão Empresarial seja corretamente integrada à Controladoria, é possível gerar impactos altamente positivos para o negócio. Entre as vantagens de adotar essa abordagem, estão: Favorecimento do planejamento Com mais informações sobre o negócio e sobre o mercado, em geral, é possível planejar mais assertivamente quais serão os próximos passos tomados pelo negócio. Com isso, a Controladoria ajuda a Gestão Empresarial a planejar melhor a realização de investimentos, mudanças na organização e expansão do negócio, por exemplo. Tendo mais informações sobre o mercado e sobre a situação da empresa em si, por exemplo, é mais fácil identificar o que precisa ser feito para que os objetivos estratégicos sejam alcançados. Melhora na tomada de decisão Com um planejamento mais assertivo, a tomada de decisão também melhora. Com mais informação, a Controladoria permite que a Gestão Empresarial esteja muito mais embasada para decidir qual é o próximo passo benéfico para os negócios. O levantamento e a análise de riscos também é outro fator que conta a favor da tomada de decisão. Sabendo exatamente quais são os riscos que envolvem um determinado passo, a Gestão consegue prever com maior precisão quais serão os impactos da sua decisão, além de garantir que ela seja mais informada. Garante a avaliação assertiva dos resultados Como permite a avaliação dos resultados da empresa em relação ao planejado, a Controladoria ajuda a Gestão Empresarial a identificar corretamente qual é a situação da empresa. A qualidade das informações geradas sobre o que foi realizado pela empresa em relação ao que foi planejado também permite que a Gestão Empresarial tenha uma visão mais ampla sobre o sucesso do negócio. Além disso, a Controladoria favorece a comparação de resultados com a concorrência, de modo que a Gestão identifique exatamente quais pontos precisam de melhorias e em quais cenários a empresa está ficando para trás, por exemplo. Aumento da transparência A geração e o controle estrito de informações favorecem o cruzamento de dados. Ao gerar dados referentes aos setores financeiro e contábil, por exemplo, é possível confrontar as informações para garantir que tudo esteja devidamente alinhado. O resultado dessa ação é mais regularidade fiscal e contábil. Além disso, desvios são evitados mais facilmente. Com isso, a Controladoria também traz o benefício relativo ao aumento da transparência, já que essas informações jogam luz sobre diversos setores, processos e atuações da empresa. Ganho de vantagem competitiva Se existe uma avaliação melhor dos riscos e das informações relevantes para a tomada de decisão, há mais chances de que a decisão certa seja tomada. Como resultado, a empresa consegue não apenas um melhor posicionamento no mercado, mas também se torna mais sólida — porque tem que lidar menos vezes com o revés de uma decisão ruim. Com relação às empresas que não possuem Controladoria, portanto, a Gestão Empresarial se torna melhor e diferenciada, o que gera uma vantagem competitiva importante para o negócio. Com a continuidade desses resultados satisfatórios quanto à tomada de decisão e quanto ao planejamento em geral, a empresa consegue atender cada vez mais às necessidades dos stakeholders — como os clientes, acionistas e fornecedores. No final, ela se destaca das demais devido a essa vantagem competitiva. A Controladoria e a Gestão Empresarial são processos complementares. Enquanto a Gestão Empresarial tem o papel de agir e direcionar a empresa, é a Controladoria que alimenta a gestão com informações relevantes para o negócio. Como resultado, existe uma melhor tomada de decisão, mais planejamento, mais assertividade de gestão e, no fim, ganho de vantagem competitiva. Com isso, é altamente benéfico para a empresa contar com um setor de Controladoria para melhorar os seus resultados. O que achou do nosso post? E depois de ter lido todas essas informações, como você acha que a Controladoria pode ajudar a sua empresa? Ainda tem alguma
Entenda a importância de um bom Clima Organizacional na sua empresa

O conceito de clima organizacional foi formalmente introduzido pelos especialistas em Recursos Humanos no final dos anos 1940. Ele também se refere aos “determinantes situacionais” ou “determinantes ambientais” que afetam o comportamento humano. Assim como cada indivíduo tem uma personalidade que o torna único e diferente de outras pessoas, cada organização tem um clima organizacional que a distingue claramente das demais. O clima de uma organização é bem parecido com a personalidade de uma pessoa. Neste artigo, iremos tratar de suas características, fatores, impacto e dimensões. Continue acompanhando! Significado e definição Antes de compreender o significado de clima organizacional, devemos primeiro entender o conceito de clima: “Clima no sentido natural é referido como o campo de média ou condição do tempo num lugar ao longo de um período de anos, exibido pela temperatura, a velocidade do vento e a precipitação.” No entanto, é muito difícil definir clima organizacional como algo que incorpora as características do clima natural. Isto porque a característica mais frustrante de uma tentativa de lidar com variáveis situacionais em um modelo de desempenho de gestão é a enorme complexidade da própria gestão. As pessoas têm definido clima organizacional com base em suas propriedades potenciais. Assim, o clima organizacional pode ser definido como um conjunto de atributos específicos de uma determinada organização, pela forma com que ela lida com os seus membros e seu ambiente. Para os membros individuais dentro da organização, o clima assume a forma de um conjunto de atitudes e experiências que descrevem a organização em termos de características estáticas (como grau de autonomia) e os resultados comportamentais e contingenciais que o envolvem. Características de Clima Organizacional A natureza do clima organizacional será definido a partir das seguintes características: Percepção geral É uma expressão geral do que é a organização. É a percepção que as pessoas têm dela. São as impressões que as pessoas possuem do ambiente interno da empresa em que trabalham. Conceito imaterial É um conceito qualitativo. É muito difícil explicar os componentes do clima organizacional em unidades quantitativas ou mensuráveis. Identidade única e intransferível Fornece uma identidade distinta para a organização. Ele explica como uma organização é diferente de outras organizações. Qualidade É construído ao longo de um período de tempo. Ele representa uma qualidade relativamente duradoura do ambiente interno que é experimentado pelos membros da organização. Conceito multidimensional É um conceito multidimensional. As várias dimensões do clima organizacional são a autonomia individual, estrutura de autoridade, estilo de liderança, padrão de comunicação, grau de conflitos e cooperação, etc. Fatores que influenciam o Clima Organizacional O clima organizacional é uma manifestação de atitudes dos membros da organização para a organização. Basicamente existem seis fatores que afetam o clima organizacional do ponto de vista dos funcionários. Estes fatores são: Estrutura Organizacional Percepções sobre a extensão das restrições, regras, regulamentos, a burocracia organizacional. Responsabilidade Sentimento de autonomia de ser o seu próprio gestor. Recompensas Sentimentos relacionados a estar confiante de receber recompensas adequadas e apropriadas ao esforço empreendido no trabalho. Risco e tomada de decisões Percepções do grau de desafio de suas tarefas e riscos nas situações de trabalho. Relacionamento e Suporte Sensação de boa camaradagem geral e utilidade com os colegas que prevalece no ambiente de trabalho. Tolerância e Conflito Grau de confiança de que o clima na organização pode tolerar opiniões divergentes. Impactos do Clima Organizacional O Clima Organizacional impacta em grande medida o desempenho dos funcionários, porque tem um grande peso sobre a motivação e satisfação no trabalho deles. Ele determina o ambiente de trabalho em que o trabalhador se sente satisfeito ou insatisfeito. Esta satisfação determina ou influencia a eficiência das pessoas, então podemos afirmar que o clima organizacional está diretamente relacionado com sua eficiência e desempenho. Existem quatro mecanismos pelos quais o clima afeta o comportamento dos funcionários: Sistema de Restrição O Clima organizacional pode funcionar como um sistema de restrição tanto no sentido positivo ou negativo. Isto pode ser feito através do fornecimento de informações aos funcionários sobre que tipo de comportamento vai ser recompensado, punido ou ignorado. Assim, o comportamento pode ser influenciado por diversos graus de recompensas e punições. Avaliação do Eu e os Outros Variáveis organizacionais podem afetar o comportamento através da avaliação de si e dos outros. Este processo de avaliação engloba tanto o fisiológico quanto variáveis psicológicas. Tal avaliação irá afetar o comportamento também. Estimuladores Fatores organizacionais podem influenciar o comportamento, agindo como estimuladores. Como estímulos influenciam o nível de excitação do indivíduo, o nível de excitação irá afetar diretamente o desempenho. Ajudando o indivíduo a formar uma percepção Fatores organizacionais influenciam o comportamento, ajudando o indivíduo na formação de uma percepção da organização. A percepção, em seguida, influencia o comportamento. Assim, o bom clima organizacional é fundamental para uma maior satisfação dos funcionários, melhores relações humanas e maior produtividade Dimensões do Clima Organizacional As dimensões importantes ou componentes que representam coletivamente o clima de uma organização são: Orientação Dominante A orientação dominante da organização é um determinante importante do clima e é a maior preocupação de seus membros. Se a orientação dominante é a aderir a regras e regulamentos estabelecidos, o clima é caracterizado por controle. Se a orientação for para produzir excelência, o clima será caracterizado pela realização. Relações Interpessoais As relações interpessoais nas organizações são refletidas na forma como grupos informais são formados e operacionalizados. Os grupos informais podem beneficiar a organização também, mas em alguns casos, pode deslocar os objetivos da organização. Gestão de Conflitos Na organização, sempre pode haver um intergrupo, bem como os conflitos intragrupais. O clima organizacional dependerá de quão efetivamente esses conflitos são geridos. Se forem geridos de forma eficaz, haverá uma atmosfera de cooperação na organização. Se eles não forem gerenciados corretamente, haverá uma atmosfera de desconfiança e não cooperação. Autonomia Individual Se aos funcionários é oferecida liberdade suficiente para trabalhar, isso irá resultar em eficiência nas operações. A autonomia irá aliviar o fardo de executivos de nível superior. Sistema de Controle Organizacional O sistema de controle da organização pode ser rígido ou flexível. O controle rígido levará a
Como melhorar a produtividade da sua empresa
Buscar alternativas e recursos eficazes para melhorar a produtividade de uma empresa, tornou-se o principal desafio do meio corporativo. A fim de aumentar a satisfação dos seus clientes, organizações estão recorrendo a estratégias de gestão, como ferramenta para garantir a excelência de seus processos. Por isso, através das práticas de Lean Thinking, ou Mentalidade Enxuta, empresas estão descobrindo como otimizar sua produtividade, eliminando desperdícios em sua produção. A principal proposta do Lean Thinking é entregar valor ao cliente, contudo, chegar a esse patamar de excelência exige o total comprometimento da empresa. Do ponto de vista que, desperdícios são elementos que não agregam valor ao produto, é correto afirmar que por meio da Mentalidade Enxuta, é possível identificar falhas e recursos desnecessários, sendo estes fatores responsáveis por prejudicar a própria produtividade. Tal filosofia operacional é essencial dentro de uma empresa, por isso, confira quais são as práticas do Lean Thinking e como aplicá-las em sua organização para melhorar a produtividade. Especifique o Valor do Produto O grande erro de muitas empresas é definir o valor de um produto sem consultar o principal interessado: o cliente. É exatamente a necessidade de um cliente que irá gerar valor a determinado produto ou serviço, sendo as empresas responsáveis por satisfazer essa necessidade através de recursos práticos e eficientes, assim como elaborar um preço específico que possa agregar valorização ao trabalho desenvolvido. Entretanto, é muito comum encontrar clientes insatisfeitos com os resultados finais, comprometendo a lucratividade da empresa diante de um mercado cada vez mais competitivo e seletivo. Diante desta necessidade, conversar com os clientes para identificar qual a melhor forma de agregar valor é fundamental para a organização, já que o cliente pode especificar sua expectativa, permitindo que as empresas encontrem as melhores alternativas para superá-las. Vale ressaltar que, atribuir valor final ao produto é uma estratégia que requer outras práticas que fazem parte do conceito de Mentalidade Enxuta, sendo necessário aplicar outras técnicas. Identifique a Cadeia de Valor Para executar esse próximo passo com o intuito de satisfazer os clientes, é importante mapear todas as atividades produtivas que existem dentro de uma empresa, desde a concepção do produto até o seu lançamento. Porém, para realizar esse mapeamento é necessário separar os processos produtivos em três categorias: as atividades que realmente geram valor, aquelas que não conseguem gerar valor, mas, ainda assim, são indispensáveis para a empresa por gerar qualidade e, por fim, as atividades que não agregam valores e precisam ser eliminadas. Ao fazer a distinção de tarefas, os gestores são responsáveis por olhar todo o processo que existe dentro de uma empresa, levando em consideração a participação de fornecedores e revendedores também. Somente assim, a organização poderá identificar quais são os desperdícios e como eles podem ser eliminados da rotina empresarial. Estabeleça Fluxo Contínuo em seus processos Após especificar o verdadeiro valor que os produtos precisam ter para o cliente e mapear e eliminar os desperdícios que sua empresa produz, chegou o momento de reorganizar os processos e dar um novo direcionamento a eles, ou seja, dar fluidez as etapas que restaram, sendo classificadas por gerarem valor. Entretanto, fazer com que as etapas que criam valor possam fluir é um desafio, pois, exige uma mudança de mentalidade de todos que fazem parte da empresa, desde os gerentes até mesmo os colaboradores da produção. Lembre-se que esse processo oferece diversas vantagens para a empresa, como redução de tempo de produção dos produtos, melhorias no estoque e processamento. Além disso, esse novo fluxo otimiza o tempo, com isso, os prazos podem ser cumpridos e os clientes não sofrerão com atrasos ou produtos imperfeitos. Outra vantagem que o Lean Thinking oferece está relacionado ao fato que os colaboradores não irão precisar fazerem seu trabalho de forma apressada e sem qualidade, já que a próprio fluxo será compatível com o desenvolvimento das tarefas. Obtenha a Produção Puxada Quando uma empresa é reestruturada a partir das práticas da Mentalidade Enxuta, mudanças significativas ocorrem e vão aperfeiçoando os modelos de produtividade. No entanto, esse não é um processo isolado, pois, cada etapa está interligada. Vale mencionar ainda que, a Produção Puxada é uma ferramenta de controle de estoque, desse modo, sua função é evitar faltas e sobras dentro de uma produção. Com isso, ao invés de empresas “empurrarem” produtos indesejados aos consumidores, ou impôr grandes descontos e promoções para que os produtos saiam do estoque, as organizações terão como meta apenas produzirem aquilo que o cliente solicitar, dentro dos padrões exigidos de qualidade. Por outro lado, o consumidor irá “puxar” o produto exatamente pelo valor que ele oferece. A grande vantagem da Produção Puxada é garantir que todo trabalho desenvolvido ganhe o devido valor e, por isso, com a eliminação de desperdícios, a empresa irá obter redução de custos, irá polpar esforços desnecessários em tarefas que não criavam valores, reduzirá também o tempo e o espaço de forma proporcional. Atinja a Excelência Por muito tempo, a excelência foi considerada um sonho impossível no meio produtivo, não sendo compatível para melhorar a produtividade em questão. O que muitos gestores ainda não descobriram, é que atingir o grau máximo de qualidade é possível, basta utilizar as ferramentas e técnicas adequadas, disponíveis no Lean Thinking. Desse modo, a melhor forma de melhorar a produtividade de uma empresa é aderir a eliminação de desperdícios e, assim, transitar entre os principais pilares da mentalidade enxuta, até alcançar a quinta e última etapa: a excelência de processos. Em uma empresa onde todas as atividades visam a satisfação dos clientes, levando em consideração ações que otimizem toda a produção, certamente, estará aproximando-se cada vez mais de atingir seu principal objetivo: atender às necessidades dos clientes. Todos os esforços voltados a essa prática, irão recolocar a empresa no mercado de trabalho, garantindo que seus produtos sejam reconhecidos como geradores de valores. Você sabia que em média 60% da produção de uma empresa é resultado de desperdícios? Por isso, aplicar as práticas do Lean Thinking para melhorar a produtividade é fundamental para satisfazer as necessidades dos clientes e alcançar os
Como ser um bom líder: aprenda a evoluir como gestor

Por trás de grandes empresas de sucesso, sempre existem bons líderes. No entanto, além de buscar bons resultados e incentivar o melhor desempenho da sua equipe, os líderes são responsáveis por desenvolver características específicas para exercer a função. Por isso, nem sempre ter um bom currículo e uma boa experiência profissional é suficiente para conquistar cargos de liderança, pois, além desses requisitos, saber como ser um bom líder é o principal ponto de partida. O líder é a referência principal dentro de uma empresa. Por meio dele, importantes decisões serão tomadas, e é necessário que ele assuma uma postura determinante para inspirar sua equipe, assim como saiba reagir diante das situações de pressão. Por esse motivo, tornar-se um profissional dessa categoria depende, exclusivamente, das escolhas feitas pelos gestores que buscam a liderança durante sua trajetória. Quer saber como ser um bom líder e evoluir em sua carreira como gestor? Conheça então as características necessárias para desempenhar esse papel. Como ser um bom líder Demonstrar confiança Um bom líder precisa confiar em si mesmo e também na sua equipe. Somente assim ele será capaz de inspirar outras pessoas a acreditarem no potencial da sua empresa. Pessoas que não transmitem confiança não podem ser designadas para esse cargo, já que ele exige uma postura otimista e realista, sendo qualidades necessárias para enfrentar situações de emergência e conflitos corporativos. Se o líder de uma empresa não é confiável ou não inspira confiança, como essa organização pode convencer os clientes e fornecedores da relevância dos seus negócios? Por isso, somente líderes capacitados são indicados para assumir tal responsabilidade. Ser comprometido com o trabalho O comprometimento é uma qualidade que precisa fazer parte da rotina de um líder. Sem ela, não existe nenhuma possibilidade de conquistar esse cargo. Profissionais comprometidos estão dispostos a “darem seu sangue” pela empresa, esforçando-se para entregar os melhores resultados em um curto período de tempo. Desse modo, quando um líder precisa incentivar sua equipe a conquistar determinado resultado, o primeiro passo é dar o exemplo e mostrar aos seus colaboradores os benefícios que podem ser encontrados por meio de uma boa conduta. Nesse caso, equipes jamais seguirão líderes que não respeitam os horários ou não acreditam na própria empresa. Conseguir delegar tarefas Enxergar o potencial das pessoas e conseguir desenvolvê-lo é crucial para um líder. Assim, conseguir fazer uma delegação de tarefas eficiente é tão importante quanto entregar os resultados finais. Somente um bom líder pode reconhecer quem são os talentos do seu time e quem são os profissionais mais qualificados para cada tarefa. Essa organização depende da escolha que cada líder realiza, guiado pela sua intuição e pela percepção profissional. Ser comunicativo Quem não consegue se comunicar com clareza está longe de garantir o papel de líder por muito tempo. A comunicação é a base para manter um relacionamento estável com a equipe e os demais colaboradores de uma empresa. Saber transmitir o que está pensando, usar boas argumentações, repassar uma ideia clara e objetiva, não faz apenas parte da comunicação, mas torna-se uma estratégia corporativa. Entender sobre o universo das palavras é uma ferramenta necessária para quem lida com pessoas, sendo fundamental aperfeiçoar essa habilidade cada vez mais. Lembre-se de que através de uma conversa pode-se motivar e persuadir pessoas, fechar importantes negociações, assinar acordos e até mesmo levar uma empresa à falência, quando tais palavras não são bem escolhidas por quem fala. Ser humilde Não é “passando por cima” das pessoas que alguém chega ao poder. Muitos líderes alcançam esse caminho sendo humildes e reconhecendo seus erros ao longo da carreira, além de ouvir críticas e sugestões quando é necessário – mesmo que esse feedback não seja dado por alguém da gerência. Saber escutar os colaboradores, assumir os pequenos e grandes erros, pedir desculpas, entre tantas outras situações comuns, não é sinal de fraqueza para um líder, mas sim de honestidade consigo mesmo. Em alguns momentos, o poder pode iludir alguns profissionais e enganá-los de diversas formas; contudo, apenas quem sabe como ser um bom líder irá reconhecer a necessidade da humildade e como ela pode abrir portas para o sucesso. Buscar o diferencial Existem centenas de líderes espalhados pelo mundo, alguns são considerados verdadeiras lendas, enquanto outros apenas são conhecidos em alguns meios corporativos. Você gostaria de ser apenas um líder ou quem sabe evoluir em sua profissão e se tornar um líder de sucesso e referência? Apesar de ser uma pergunta simples, não é tão fácil de responder, já que diversos gestores ignoram o fato de que excelentes líderes sempre estão dispostos a buscar um diferencial e, a partir da sua criatividade, encontrarem soluções inéditas que atendam às principais necessidades do mercado. Diante dessa exigência, voltamos a perguntar: como você quer ser lembrado daqui a alguns anos? Como um líder que cumpriu seu papel ou por alguém que fez a diferença dentro de uma empresa? Pense nisso! Ter uma boa intuição Você acha que grandes líderes apenas chegaram aonde estão porque tiveram sorte pelo caminho? Para alguns, contar apenas com a sorte nunca foi suficiente, pois sem a intuição nada de produtivo teria acontecido durante toda a carreira. Por esse motivo, ter uma boa intuição é o resultado de todas as qualidades citadas acima, já que bons líderes sempre tomam as melhores decisões quando têm todas as características essenciais. Prever possíveis situações de conflito, esperar o melhor período para começar um projeto, delegar uma tarefa para determinado colaborador, entre outras, são intuições que surgiram com a bagagem de conhecimento adquirido durante a especialização de liderança. E é necessário continuar investindo em novas aprendizagens para garantir que a intuição continue sendo assertiva. Como percebeu, ninguém nasce líder. É possível aprender como ser um bom líder, especialmente na prática. Com o tempo, esses profissionais vão adquirindo conhecimento necessário para evoluir e conquistar cargos mais importantes durante sua carreira. Por esse motivo, os líderes são pessoas inspiradoras que enfrentaram desafios e têm muitas coisas para nos ensinar, em termos de mercado de trabalho. Líderes são pessoas que
Gestão de empresas: o que você precisa saber para o sucesso da sua empresa

1. Introdução Ao contrário do que muitos gestores pensam, a gestão de empresas não é uma metodologia restrita apenas as grandes corporações. Ela será até mais fácil de ser planejada, organizada e executada em pequenas e médias empresas devido aos processos serem bem mais enxutos, agregando melhorias e aumentando o nível de respeito e profissionalismo no mercado. Além disso, a empresa poderá preparar o caminho para construir uma imagem de valor, promover o crescimento de forma sustentável e desenvolver um diferencial competitivo forte frente aos concorrentes. O grande problema é que os gestores, muitas vezes, por falta de conhecimento e habilidades, ignoram essas possibilidades colocando em risco o futuro do negócio. Mas não se preocupe! O nosso objetivo aqui é eliminar as incertezas e solucionar os problemas que impedem você de desenvolver a sua empresa. Antes de qualquer coisa, precisamos definir o que é a gestão empresarial. Trata-se de um modelo de trabalho estruturado com base nas políticas de valores, missões, objetivos, cultura organizacional e outros fatores importantes para o bom funcionamento da empresa. A estratégia ajuda a melhorar a alocação e utilização dos recursos, realizar ações planejadas estrategicamente e viabilizar o negócio economicamente por meio do alcance das metas e objetivos mais rapidamente e com melhor qualidade. Nesse post, nós ajudaremos os gestores a descobrirem e se beneficiarem dos métodos e ferramentas da gestão empresarial para darem o impulso necessário que irá alavancar os resultados do negócio. Você irá descobrir como elaborar um planejamento estratégico eficiente, como garantir o equilíbrio das contas por meio da gestão financeira, otimização dos processos operacionais e gerenciais, gestão de pessoas através do RH estratégico, estabelecer uma boa comunicação interna e a importância da consultoria no ambiente organizacional. E para melhorar ainda mais, daremos as dicas necessárias para você colocar em uso na empresa as melhores práticas de gestão existentes no mundo corporativo. Isso pode representar a chave do sucesso para o seu negócio. Aproveite! 2. Planejamento Estratégico Podemos dizer que o planejamento estratégico é o início de tudo para uma empresa que visa o desenvolvimento. Também conhecido como plano de negócios, ele servirá como um guia para você executar as estratégias e, como uma bússola, apontará as direções que você deverá tomar para manter o negócio no rumo desejado. Através do planejamento estratégico, você poderá definir os objetivos e estabelecer as metas que deverão ser alcançadas no curto, médio e longo prazo. Mas, não é só isso. Ele também proporcionará uma visão mais abrangente do negócio, possibilitando o gestor identificar e corrigir falhas e desvios do planejamento, fortalecer a imagem da empresa e agregar maior organização dos processos internos. Para dar início ao planejamento estratégico, comece pesquisando os pontos fortes e fracos do seu negócio e, em seguida, veja o que pode ser feito para minimizar os impactos negativos gerados pelas fraquezas e como você poderá potencializar os pontos fortes. A pesquisa de mercado também será necessária, pois ela mostrará as ameaças e oportunidades externas ao negócio. Para você fazer isso do jeito mais simples e eficiente, use as técnicas da análise S.W.O.T. – Strenght (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças). Ela permitirá que você reúna e organize as informações de uma forma que dê maior visão dos riscos e soluções. A partir disso, formalize as metas e objetivos para o negócio e defina os recursos e métodos que serão utilizados para alcançá-los. Diante da importância do planejamento estratégico para o desenvolvimento do seu negócio, listamos abaixo algumas dicas de como você pode fazer isso de forma eficiente. Acompanhe! 2.1. Defina os objetivos e metas do seu negócio Sem objetivos e metas o seu negócio será entregue ao acaso e, tanto os gestores quanto os colaboradores, não terão a motivação necessária para buscarem melhores resultados. Para desenvolver o negócio é preciso eliminar o fator sorte e utilizar planejamentos e estratégias. Por isso, defina o que pretende com o negócio (objetivo) e, depois, divida esse objetivo em metas por etapas (curto, médio e longo prazo) e compartilhe entre os setores da empresa (por cada profissional). 2.2. Descreva o que fará para alcançar os objetivos Quais serão as ações necessárias para você alcançar os objetivos? Quais decisões precisará tomar? Quais estratégias irá utilizar (técnicas e métodos)? Quais e quantos recursos serão necessários (ferramentas, equipamentos, tecnologias, matéria-prima, investimentos financeiros, mão de obra qualificada, etc.)? As respostas para essas perguntas deverão formar o seu briefing (guia de instruções). 2.3. Escolha os profissionais responsáveis Cada profissional tem uma competência importante para contribuir com o seu planejamento. Então, selecione os profissionais com as habilidades, conhecimentos e qualificações certas para realizar cada estratégia do seu plano. Delegue as tarefas com prazos e monitore os resultados periodicamente. É importante lembrar que o planejamento estratégico formará o seu plano de negócios e é ele que indicará onde irá chegar e como. Será um passo a passo valioso para a sua empresa crescer e se destacar no mercado em que atua. Não deixe o seu desejo de mudança apenas na vontade. Use sua inspiração para torná-lo realidade. 3. Gestão Financeira O controle financeiro é uma das principais ferramentas responsáveis por garantir que a empresa alcance os objetivos de forma planejada e com os riscos controlados. Mesmo sendo óbvio e de grande entendimento por todos os gestores, muitas empresas, principalmente as de pequeno porte, ainda sofrem com a gestão de recursos financeiros feita de maneira inadequada. Muitas empresas ainda chegam a falência pela ausência total de uma gestão financeira profissional. Por isso, não importa se o seu controle é feito em uma planilha ou por meio de softwares de gestão específicos, o importante é fazer o controle e fazê-lo de forma adequada. Então, veja agora algumas dicas de como você pode implementar uma eficiente gestão financeira no seu negócio: 3.1. Conheça as contas da sua empresa Conhecer as operações financeiras realizadas pelo seu negócio tornará mais fácil o gerenciamento e o desenvolvimento de estratégias devido à visão mais abrangente que você terá sobre ela. As contas mais comuns que envolvem um negócio são: valores em