A importância da Governança Corporativa na sua empresa!

Tomar uma decisão importante em uma empresa com vários sócios pode ser algo difícil. O conflito de ideias e interesses pode atrapalhar este processo, prejudicando a gestão. Por isso a adesão ao sistema de Governança Corporativa é uma estratégia que pode mudar o futuro do seu negócio. Aqui, no blog, já falamos sobre a importância de ter processos definidos no ambiente empresarial e como isso afeta diretamente os resultados obtidos. Se isso é importante para quem coloca a mão na massa, imagina para quem toma as decisões mais importantes.  E é justamente para garantir o sucesso da empresa que utilizamos o sistema de Governança Corporativa. Os princípios básicos da Governança Corporativa Basicamente, a Governança Corporativa alinha os objetivos administrativos com o interesse dos acionistas. Isso é feito a partir da definição de um conjunto específico de práticas, sempre tendo a ética em primeiro plano. Para garantir que a ética seja respeitada nessas práticas, este sistema tem como princípios: • Transparência: garantia de que os stakeholders estejam sempre informados sobre as decisões tomadas na empresa e os processos organizacionais; • Equidade: todos os stakeholders devem ser tratados de forma igualitária, respeitando seus direitos e deveres; • Prestação de contas: a diretoria deve prestar contas de sua atuação, assumindo responsabilidade de acordo com suas ações e decisões; Responsabilidade Corporativa: garantia da viabilidade econômico-financeira da organização. Ao fazer a Governança Corporativa, esses princípios são essenciais. Eles servem para guiar as ações que vão garantir a objetividade na tomada de decisões e o consequente sucesso da empresa. Benefícios da Governança Corporativa Partindo dos princípios, já conseguimos entender que a Governança Corporativa muda e melhora a forma como uma empresa funciona. Os benefícios da adesão deste sistema não ficam apenas na gestão, eles impactam todas as áreas da empresa: • Garantia da longevidade econômica da empresa, feita de forma sustentável; • Conversão da missão, visão e valores em ações palpáveis e objetivas; • Alinhamento dos interesses de diversos stakeholders, garantindo resultados efetivos para todo mundo; • Valorização da marca, fortalecendo a imagem da empresa perante o mercado e os clientes; • Descentralização da tomada de decisões estratégicas, garantindo mais participação e diversidade de ideias. É Claro que, em algumas empresas, outros benefícios poderão surgir, variando de segmento e gestão de cada uma. Porém já conseguimos entender a importância da adesão deste sistema e como a Governança Corporativa realmente muda o cenário empresarial. Você tem algo assim na sua empresa? Se deseja entender mais e conversar sobre como aplicar a Governança Corporativa, entre em contato conosco.

Como desenhar o Mapa Estratégico da sua organização?

O Mapa Estratégico é uma ferramenta visual que ajuda sua organização a ter clareza dos objetivos e responsabilidades de cada área. Com ele, todos os colaboradores conseguem enxergar o planejamento estratégico da empresa de forma clara. Como já vimos anteriormente, o BSC (Balanced Scorecard) é uma metodologia que ajuda a melhorar o equilíbrio de uma empresa. Um dos componentes dele é o Mapa Estratégico, uma forma visual com o resumo dos principais objetivos organizacionais e a relação de influência das perspectivas. Elementos fundamentais do Mapa Estratégico Assim como o BSC, o Mapa Estratégico possui alguns elementos fundamentais para sua criação. Estes elementos ajudam a organizar o Mapa Estratégico, deixando ele mais harmônico e as informações mais claras. • Foco – o entendimento de cada área sobre as suas responsabilidades e expectativas quanto ao planejamento estratégico; • Sinergia – como todas as áreas se relacionam dentro do planejamento estratégico. As áreas entendem o impacto de seus erros e acertos na execução geral; • Controle – definição de metas e expectativas de cada área e os indicadores de performance destas metas. Um dos principais objetivos do Mapa Estratégico é mostrar como as áreas da empresa estão integradas. Ele sincroniza as 4 perspectivas determinadas pelo BSC, ilustrando também como estas áreas contribuem para o cumprimento da missão e visão da empresa. A importância de integração da empresa Financeira, Clientes, Processos Internos e Organização. Essas são as 4 perspectivas utilizadas pelo Mapa Estratégico e que englobam todas as áreas da empresa: • Financeira – são determinadas todas as fontes de receita da empresa, como as fixas e variáveis. Define ainda a estratégia financeira, projetando as possibilidades de investimento e o lucro esperado ao longo do ano. • Clientes – preocupa-se com a percepção da marca, validada pelo nível de satisfação do cliente. O relacionamento, excelência operacional e a oferta/relevância de produtos e serviços influenciam diretamente essa satisfação. • Processos Internos – mostra a responsabilidade e expectativa de cada área. Exemplifica as interações entre as áreas, deixando a gestão mais harmônica e objetiva. Aqui também são mostradas as metas definidas para cada área. • Aprendizado e Crescimento – a cultura organizacional da empresa vai de encontro direto às pessoas, mas também é referente ao capital organizacional, falando sobre processos e rotinas para a excelência. A execução do Mapa Estratégico engloba todas estas perspectivas, mas elas devem ser organizadas de uma forma visual bem específica. Ser visual para ser compreendido O visual do Mapa Estratégico faz toda a diferença na execução do foi determinado nele. Já que um dos objetivos é ele ser compreendido por qualquer pessoa da empresa. O ideal para esta ferramenta é que ela seja organizada na forma de um gráfico, mostrando as influencias entre as áreas e o caminho que deve ser seguido para se chegar ao objetivo final. Se você já tem em mente as perspectivas da sua empresa, mas precisa de consultoria para colocar tudo no papel e montar seu Mapa Estratégico, nós podemos te ajudar. Entre em contato e vamos tomar um café.  

O Balanced Scorecard e o equilíbrio da minha empresa

Um dos pontos mais importantes na gestão é entender se a sua empresa está indo para o caminho certo. Mas você sabe dizer quais fatores indicam se o caminho percorrido atualmente está certo? E, principalmente, quais os resultados que serão obtidos neste caminho? Descobrir uma forma de mensurar isso, definindo indicadores de desempenho, vai dar clareza sobre a empresa e as estratégias que devem ser tomadas para o sucesso dela. Porém, esses indicadores não devem ser isolados, compreender o todo faz parte da metodologia BSC (Balanced Scorecard). Ver o todo para entender os próximos passos Definir indicadores é uma parte importante da metodologia BSC, mas ela vai além disso. Quando se analisa a estratégia de uma empresa, entender todas as áreas é algo válido, por isso o BSC define 4 perspectivas básicas em sua aplicação: • Financeira • Clientes • Processos Internos • Aprendizado e crescimento A partir destas perspectivas, o gestor consegue definir metas e os KPI’s (Key Performance Indicator) de cada área. Outro ponto importante destas perspectivas é entender como as áreas se relacionam, para que elas vivam em equilíbrio constante, já que essas perspectivas, tem uma relação de causa e efeito entre si. O Balanced Scorecard é válido para a minha empresa? Como já vimos, uma das bases do BSC é a definição de indicadores, que levam em conta as perspectivas da empresa. Após isso, deve ser feito um acompanhamento constante para garantir que os indicadores são efetivos. Alguns componentes auxiliam neste acompanhamento, são eles: • Mapa Estratégico – resumo dos principais objetivos organizacionais e a relação de influência das perspectivas; • Objetivo Estratégico – qual o resultado esperado? O que deve ser alcançado com essa estratégia; • Indicador – quais fatores servirão para medir o sucesso para alcançar o objetivo definido; • Meta – aonde quero chegar com a estratégia? • Plano de ação – ações-chave necessárias para que os objetivos sejam alcançados. Então, como um método simples de ser aplicado, o BSC é válido para qualquer empresa. Em uma empresa que está crescendo, esta metodologia poder ser a chave para que o sucesso venha ainda com mais força. Se a sua empresa já é grande, ela pode ser necessária para ajudar a te manter no topo. A Metodologia BSC ainda é compatível e pode ser alinhada com diversas práticas de gestão empresarial e de negócios, como o Business Model Canvas e Design Thinking. Ou seja, você pode aprimorar a gestão que já aplica na sua empresa a partir do BSC. O BSC é fundamentado em dados, informação e conhecimento sobre a empresa. O que ajuda na tomada de decisão e na hora de executar as estratégias definidas. Se você quer aprimorar a governança e gestão da sua empresa para atingir melhores resultados, o BSC é a melhor prática disponível no mercado, entre em contato com a gente que podemos te ajudar.

Como uma consultoria empresarial pode ajudar o seu negócio?

Você quer fazer sua empresa crescer e fortalecer os pontos positivos para ganhar competitividade no mercado. Também precisa delegar tarefas e melhorar alguns processos de gestão, mas o dia a dia faz com que muitas atividades sejam postergadas e, às vezes, a aparente falta de preparação dos colaboradores atrasa os processos. Se você reconhece esse cenário, a consultoria empresarial pode ser uma boa opção. Mas o que a consultoria pode fazer para melhorar a gestão do seu negócio? Para responder a essa e outras perguntas, é preciso primeiro entender: O que é a consultoria empresarial? Essa é uma prática que tem por objetivo analisar de maneira profunda as características e os processos organizacionais. Dessa forma, é possível identificar possíveis erros e falhas que podem acontecer e tomar ações assertivas para solucionar os problemas antes mesmo de eles efetivamente ocorrerem. A partir da análise realizada, podem ser listados os pontos fortes e fracos por meio de análises internas e levantamentos. Para isso, diversas ferramentas podem ser utilizadas. Assim, a consultoria pode ajudar a melhorar os pontos fracos, sem ficar apenas orientando e acompanhando, mas também efetivando o processo — ou seja, colocando a mão na massa junto com o cliente. Além disso, são reconhecidos os aspectos da empresa que necessitam de ações emergenciais, sendo possível priorizá-los. Por essas características, a prática da consultoria não deve ser realizada somente uma vez. Como os desafios aparecem constantemente em uma organização, o diagnóstico do consultor é válido em diversos momentos. Outra dificuldade é que a gestão costuma acreditar que os problemas estão totalmente resolvidos, se esquecendo de manter as boas práticas. Assim, os obstáculos reaparecem. Como funciona a consultoria? Existem quatro etapas que contemplam o funcionamento da consultoria. 1. Análise do perfil O consultor contratado conversará com gestores e colaboradores, entendendo como a empesa funciona e qual é seu perfil. Como os entrevistados tendem a ressaltar os pontos positivos, boa parte do trabalho do consultor será observar as pessoas sem se envolver com as atividades e problemas do dia a dia. No restante do tempo, ele poderá fazer uma análise mais próxima dos colaboradores, identificando situações que podem ser melhoradas na próxima etapa, que é o planejamento. 2. Planejamento O consultor fará um planejamento para resolver os problemas da empresa, mostrando ao gestor quais são as falhas e quais devem ser priorizadas. O objetivo é indicar as ações necessárias e otimizar os resultados da organização. Assim, é possível, por exemplo, verificar soluções para a valorização dos colaboradores, criando um plano de cargos e salários, avaliando potenciais e modificando o processo de seleção de executivos. 3. Execução Depois de indicar o que deve ser feito, espera-se que a empresa aplique as ações planejadas. No entanto, essa execução nem sempre ocorre conforme o planejado. Por isso, a consultoria poderá ajudar na implantação colocando a mão na massa junto com o cliente e analisando se as metas traçadas estão sendo cumpridas. Além disso, é possível aumentar a rentabilidade e a eficiência, controlando a produção de maneira mais efetiva. Assim, a consultoria pode trabalhar com as seguintes vertentes: gestão organizacional, controladoria estratégica, excelência operacional e consultoria em RH. 4. Comemoração e replanejamento O alcance das metas e dos objetivos traçados deve ser comemorado, mas é importante definir novos objetivos para evitar que os problemas reapareçam. Portanto, o replanejamento também é uma ação necessária nesse momento para sempre ter em foco a evolução. Por que adotar a consultoria? Aprimorar a gestão deve ser um ato contínuo, porque gerir envolve planejamento, controle, adaptação, suporte e outras atividades voltadas para o alcance dos objetivos e das metas estabelecidas. Mas como a gestão deve ser realizada? É necessário dividi-la conforme os diversos setores da empresa e avaliar as necessidades de cada departamento. Por exemplo: pensando nos problemas do departamento de logística, como os colaboradores podem ser mais produtivos? Eles estão motivados? Como motivá-los? Como está a comunicação dessa área com as demais? Considerando essas questões, a consultoria pode ajudar no processo e melhorar a gestão do negócio. Por isso, não existe um momento mais adequado para a contratação de uma consultoria, já que ela também pode ajudar a empresa a sair da zona de conforto, além de priorizar o que é necessário. Além disso, a consultoria pode ser uma boa opção quando a empresa tem a disposição de mudar. Assim, o consultor pode trabalhar em conjunto com a organização e acelerar os resultados. Está na hora de contratar uma consultoria? Como você viu, não existe melhor momento para contratar uma consultoria. Mas sua necessidade se torna urgente caso estejam ocorrendo problemas visíveis, que acabam afetando os resultados da empresa. Com a consultoria, a gestão pode apresentar melhores resultados. Contudo, quais são os indicadores de que a consultoria é necessária? Veja alguns a seguir. Os colaboradores estão apresentando baixo desempenho produtivo; A estrutura gerencial da empresa não segue as determinações do mercado; A gestão não tem total controle das informações e atividades; A empresa tem o objetivo de crescer mais, mas, muitas vezes, não consegue; As finanças da empresa estão no vermelho ou a gestão não tem noção completa da situação financeira do negócio. Como escolher um consultor? Existem diversos tipos de consultoria, algumas focadas na gestão, outras apenas nas finanças. O ideal é contratar um consultor ou uma empresa especializada naquilo que o seu negócio precisa. Dessa forma, é possível obter os melhores benefícios. De maneira geral, é preciso considerar os seguintes fatores na hora de contratar um consultor. Cliente em primeiro lugar O consultor deve priorizar as necessidades dos clientes, colocando seus interesses em primeiro lugar. Por isso, mesmo que uma informação seja desagradável, é de responsabilidade do consultor informá-la, caso seja benéfico para o cliente. Experiência É importante que o profissional de consultoria tenha experiência para enfrentar os desafios que a empresa apresenta. De nada adianta contratar um consultor que não saiba o que fazer. Portanto, certifique-se de que ele tenha experiência. Perfil de resolução de problemas O consultor deve ter esse perfil para conseguir solucionar os desafios que a empresa enfrenta e saber aproveitar as oportunidades que aparecem. Além

Planejamento estratégico: como elaborar um para a sua empresa?

Um empreendedor que deseja crescer e se estabelecer em seu mercado de atuação precisa elaborar um planejamento estratégico de qualidade, que nada mais é do que um processo gerencial e de gestão, que busca a formulação de objetivos e metas para a seleção de programas de ação e sua maneira de execução. Para ser considerado relevante, o planejamento estratégico tem que levar em consideração as condições internas e externas à empresa, e o que se pretende alcançar em curto, médio e longo prazos. Devido à sua importância crucial para o sucesso de uma empresa, no post de hoje daremos dicas valiosas de como elaborar um planejamento estratégico para o seu negócio. Continue a leitura e confira! Qual a importância de elaborar um bom planejamento estratégico? Realizar um planejamento estratégico, na prática, é fazer uma profunda análise das oportunidades oferecidas pelo mercado e compatibilizá-las às condições internas da empresa, sempre visando aos objetivos futuros. Leia também: o que é governança corporativa e qual é a sua importância? Esse planejamento estratégico é um instrumento de gestão extremamente poderoso quando se objetiva definir uma direção para a empresa, fazendo com que os gestores possam tomar decisões mais alinhadas aos propósitos da organização, fortalecendo ideias e intenções de maneira flexível e ajustada à realidade e às tendências de mercado. Tudo isso deve necessariamente estar alinhado com a missão e os valores da organização. Tenha sempre em mente que um bom planejamento estratégico deve responder, de maneira eficiente, às seguintes perguntas: – Em que estágio a empresa está? – Qual é o seu objetivo? – Como alcançá-lo? Quando feito com dedicação e qualidade, o planejamento estratégico se torna o “mapa” para a conquista dos objetivos da empresa, permitindo o abandono de estratégias equivocadas e que não dão resultados, a elaboração de novos rumos e ações, e o aproveitamento de grandes oportunidades. O resultado? Uma empresa mais lucrativa e sustentável em longo prazo. Como elaborar um planejamento estratégico eficiente? Para que o planejamento estratégico cumpra o seu objetivo e traga resultados positivos para a empresa, é importante seguir alguns passos em sua elaboração. Listamos abaixo os principais: Realize uma profunda pesquisa interna e externa Antes de saber onde se quer chegar é necessário saber qual é o ponto de partida, não é mesmo? Por isso, realizar uma análise detalhada do ambiente interno e externo é essencial. Quais são os pontos fortes e de destaque da empresa? E os fracos? O que pode gerar potencial competitivo? Quais são as limitações a serem corrigidas? Durante essa análise interna é necessário levar em consideração todos os aspectos da corporação, sendo eles técnicos, processuais, financeiros, de infraestrutura, recursos humanos, etc. Além do ambiente interno, é essencial realizar uma pesquisa de mercado aprofundada e entender as ameaças e oportunidades que ele proporciona. Aqui, deve-se reconhecer e considerar a influência da concorrência, bem como de fatores econômicos, políticos, tributários e de mercado. Estabeleça uma missão A missão de uma empresa é definida como o detalhamento de sua razão de ser. O que a empresa produz? Por que? Quem deseja contemplar com seus serviços e produtos? Onde deseja chegar no futuro? Se a sua empresa não possui uma missão bem definida, o planejamento estratégico não tem como ser eficiente.  Defina os objetivos Com as pesquisas interna e externa realizadas, bem como o estabelecimento da missão da organização, chega a hora de examinar essas questões em conjunto e definir as metas futuras para a empresa. Do ponto onde estamos, aonde queremos chegar? Mas atenção: esses objetivos têm de ser realizáveis e quantificáveis ao longo do tempo. Somente assim é possível gerar a motivação e a assertividade necessárias para alcançá-los. Esquematize as estratégias e os planos de ação Agora que já está claro quais são os objetivos que a empresa deseja alcançar, chega o momento de definir como isso será feito. As estratégias e planos de ação podem ser definidos como o detalhamento do caminho a ser percorrido para que seja possível o alcance dos objetivos traçados. Aqui, é necessário detalhar quais metodologias e ideias serão aplicadas, por quem, e em qual prazo. É essencial que as estratégias sejam bem delineadas e objetivas, com cada um sabendo exatamente qual o seu papel para o alcance dos objetivos. Acompanhe o processo através de métricas eficientes e esclarecedoras O planejamento estratégico não acaba no momento em que os planos de ação começam a ser postos em prática. É necessário definir de antemão como os resultados das estratégias serão analisados e medidos. Só assim é possível saber o que está dando certo e o que necessita de reformulações e replanejamentos. Como analisar e revisar o planejamento estratégico? Um planejamento estratégico, para ser considerado eficiente, tem que ser flexível e passível de alterações e reformulações ao longo do tempo. Dica de leitura: controladoria e gestão empresarial, qual é a relação? Através da coleta de dados e análise de indicadores e métricas, os gestores têm que ser capazes de visualizar quando algo não está saindo conforme o planejado. Revisar permanentemente os cenários, evitando qualquer descompasso entre os objetivos e planos de ação propostos é uma tarefa crucial para garantir o sucesso. Agora é a sua vez! Qual a sua opinião sobre planejamento estratégico? Como é a experiência da sua empresa em relação a esse assunto? Compartilhe a sua expertise nessa área com outros gestores aqui nos comentários e enriqueça a discussão sobre esse assunto!

Entenda o conceito e a importância da Governança Corporativa!

Se você atua na gestão de uma empresa, está no meio de um equilíbrio muito delicado — precisa tomar decisões e executar ações que vão beneficiar a empresa e, ao mesmo tempo, manter os acionistas satisfeitos e confiantes nos resultados. Para garantir que esse equilíbrio se mantenha, empregamos práticas de boa Governança Corporativa. Neste post, você vai entender melhor o que é Governança Corporativa e como ela pode ser implementada na sua empresa. O que é a Governança Corporativa? As discussões sobre Governança Corporativa se desenvolveram no século XX. Conforme as empresas se expandiram e as fronteiras desapareceram, uma série de novas questões surgiram. Essas questões envolviam a separação dos conceitos de “propriedade” e de “administração”, pois o “dono” da empresa não é mais, necessariamente, o responsável pela gestão no dia a dia. A dispersão da propriedade também criou dúvidas, pois agora há muitos “donos” — sócios, investidores ou acionistas — e nem todos possuem a mesma participação. Finalmente, outra questão que se tornou pertinente foi a criação de sistemas que permitissem conciliar os vários interesses divergentes de acionistas, gestores, funcionários, clientes, parceiros… Assim, a Governança Corporativa surge como uma resposta a essas questões. Trata-se de um conjunto de regras, políticas ou práticas estabelecidas para dar mais transparência à comunicação entre todas as partes interessadas da empresa. Perceba que, na maioria das vezes, a ênfase na Governança Corporativa é a relação entre acionistas e gestores. Com um contato bem estruturado entre estes dois lados, os acionistas podem monitorar as ações dos gestores sem, no entanto, interferir desnecessariamente na sua autonomia. Dessa forma, preservamos a confiança entre as partes e também a agilidade do trabalho de gestão. Quais são os seus benefícios? Por que você deveria usar seu precioso tempo para aprender mais sobre Governança Corporativa nas empresas e implementar essas práticas? Bem, existem quatro benefícios principais: Afeta positivamente o desempenho da empresa, pois as operações tendem a se tornar mais profissionais. Afinal, há mais pessoas envolvidas no planejamento (ocorre uma descentralização do poder); Permite que o gestor delegue ou compartilhe uma parte das suas atividades referentes à tomada de decisões. Assim, a pressão sobre esta figura é reduzida; Colabora para que a empresa se desenvolva de maneira sustentável e tenha maior longevidade; Facilita o acesso a fontes externas de financiamento, pois gera uma imagem de confiabilidade que estimula os investidores e credores a conceder capital. Além de trazer benefícios para a empresa, a boa Governança Corporativa também afasta alguns problemas de gestão: Evita que ocorram abusos de poder em diversos níveis, entre acionistas, gestores e terceiros; Previne erros estratégicos que podem ocorrer quando todo o poder de decisão está centralizado nos gestores; Afasta as fraudes de informação e intervém em situações nas quais há conflito de interesses. Quais são os níveis de Governança Corporativa? Como você já viu no item anterior, a Governança Corporativa está relacionada com a imagem de confiabilidade da empresa e com a captação de recursos financeiros. Então, já que falamos sobre esse assunto, vale a pena destacar uma iniciativa da Bovespa para ajudar os investidores. Todas as empresas que possuem capital aberto na Bovespa são classificadas em três níveis: Nível I, Nível II ou Novo Mercado. Por meio dessa classificação, o investidor pode identificar empresas com as melhores práticas de Governança Corporativa. As empresas que se enquadram no Nível I estão comprometidas com: O repasse de informações ao mercado; A dispersão acionária, fazendo ofertas públicas e mantendo ao menos 25% das ações em circulação; A divulgação de contratos, acordos de acionistas, programas de stock options e calendário anual de eventos da empresa. As empresas que se enquadram no Nível II estão comprometidas com: O estabelecimento de um mandato unificado, com duração de um ano, para o Conselho Administrativo; A divulgação de balanço anual, conforme normas internacionais de contabilidade; A extensão das condições garantidas aos acionistas controladores, também, para os acionistas ordinários, em caso de venda do controle da empresa; O oferecimento, aos acionistas preferenciais, do direito de voto em certos assuntos; O estabelecimento de uma oferta para a compra das ações que estiverem em circulação, em caso de fechamento de capital; A adesão à Câmara de Arbitragem, que deverá ser acionada em situações de conflito societário; A observância, também, de todos os critérios do Nível I. As empresas que se enquadram no Novo Mercado estão comprometidas com: A emissão somente de ações ordinárias; A formação de Conselho Administrativo com cinco membros ou mais; A divulgação do fluxo de caixa da empresa; A divulgação de informações sobre negociações realizadas pelos acionistas controladores e pelos gestores da empresa que envolvam ativos e derivativos; A observância, também, de todos os critérios dos Níveis I e II. Assim, os investidores da bolsa podem escolher onde colocar seu capital com segurança. Empresas classificadas como Novo Mercado possuem melhores chances de captação de capital. Quais são os modelos existentes? Embora o objetivo da Governança Corporativa seja bem definido, existem diversas formas de atingir este objetivo. Portanto, também existem diversos modelos de Governança Corporativa. Em geral, eles estão associados a regiões geográficas — isso significa que, em cada país, um determinado modelo será mais predominante. O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – IBGC, uma ONG voltada ao desenvolvimento das melhores práticas de governança, elencou dois principais modelos que podem ser encontrados no mundo todo. Eles são: Outsider System e Insider System. O Outsider System (também conhecido como “Shareholder”) é mais comum nos EUA e Inglaterra. Neste sistema, há muitos acionistas, que ficam mais dispersos e longe das operações diárias da empresa. O foco principal das ações de Governança, neste sistema, é aumentar o valor da ações, para garantir o maior retorno possível aos acionistas. O Insider System (também conhecido como “Stakeholder”) é mais comum no Japão e na Europa. Neste sistema, há alguns acionistas de grande peso, que ficam mais próximos das operações diárias da empresa. Neste sistema, as ações de Governança não focam somente no retorno aos acionistas, mas também em questões como responsabilidade social e o relacionamento com outros interessados (além dos acionistas), como parceiros, clientes, fornecedores e

O que é contabilidade de custos?

Para melhorar a gestão empresarial, diversas ferramentas devem ser colocadas em prática. Uma delas é a contabilidade de custos, que indica exatamente quanto cada produto ou serviço está custando para a empresa. Sem ter conhecimento a respeito desse assunto, a empresa não consegue precificar os produtos de maneira adequada. Por isso, essa ferramenta é fundamental para o sucesso da gestão. Descubra, a seguir, no que ela consiste e como funciona. O que é? Em resumo, podemos definir essa ferramenta como uma forma de identificar e de medir todos os pagamentos que são realizados pela empresa, abrangendo o desembolso, a depreciação, o consumo de bens e o prazo. Ou seja, por meio desse recurso, a empresa consegue descobrir quanto realmente investe em cada produto ou serviço oferecido, incluindo não só a matéria-prima e os equipamentos envolvidos, mas também a dedicação dos funcionários e outros elementos que estejam relacionados ao processo produtivo. Assim, utilizar essa técnica da contabilidade permite ao gestor conhecer, de maneira pormenorizada, a situação financeira da empresa. Contabilidade financeira x de custos x gerencial Nesse contexto, o gestor precisa compreender exatamente a diferença entre as contabilidades financeira, de custos e gerencial. A financeira é a mais comum, sendo a responsável pelas movimentações técnicas e pelos cuidados com os princípios contábeis. A gerencial está mais próxima da gestão e serve como uma forma de assegurar informações para a tomada de decisão. Assim, pode-se conquistar vantagem competitiva. Já a de custos, conforme visto, é a que identifica os custos relacionados à produção ou ao fornecimento do produto ou do serviço. Para que serve? Existem algumas funções principais dessa ferramenta. Veja quais são elas: Definir a lucratividade das operações, dos produtos e da linha de produção da empresa; Determinar a rentabilidade do investimento ou do patrimônio; Controlar melhor as operações e os custos da empresa, fazendo comparações com padrões de valores e de orçamentos; Fornecer suporte à tomada de decisões, apontando, por exemplo, quanto se deve comprar, produzir, investir, desinvestir etc. Quais são os tipos de custos? Antes de entender como fazer esse tipo de contabilidade, é importante conhecer as categorias de custos existentes. Custos diretos São aqueles diretamente ligados à produção de um produto ou ao fornecimento de um serviço. Por exemplo: se a sua empresa trabalha com calçados, as caixas e o couro utilizado são custos diretos. Custos indiretos Seguindo a mesma lógica, os custos indiretos são aqueles que estão envolvidos com a produção, mas não estão diretamente relacionados. Voltando ao mesmo exemplo da empresa de calçados, um custo indireto é o pagamento de salários da equipe de marketing, que faz a promoção dos produtos vendidos, mas não produz o calçado em si. Quais são os principais métodos de custeio? Depois de entender a diferença entre custos diretos e indiretos, é importante conhecer os métodos de custeio. A partir desse conhecimento, é possível classificar os custos do negócio de acordo com os produtos. No entanto, atenção! Nem sempre existe um método de custeio mais adequado. Por isso, é necessário verificar qual dos métodos a seguir é mais condizente com o seu negócio e se realmente existe um. Veja quais são os métodos mais utilizados. Custeio por absorção Cada produto ou serviço tem um custo específico. No entanto, existem custos comuns para a fabricação do produto ou para o fornecimento do serviço e eles podem ser distribuídos entre os produtos e serviços da empresa. Assim, o custeio por absorção são aqueles custos absorvidos pela empresa e que são rateados igualmente. Custeio direto ou variável Os custos são divididos em fixos e variáveis e são considerados somente os variáveis. Os custos fixos são aqueles que não estão ligados à produção, ou seja, existem independentemente da venda ou da produção das mercadorias. Já os custos variáveis são aqueles que variam conforme a produção ou o fornecimento. É importante ressaltar que esse tipo de custeio não é aceito em demonstrativos externos devido a questões contábeis aceitas no Brasil. Custeio baseado em atividades São consideradas as atividades realizadas pela empresa que geraram custos para fazer a alocação desses recursos conforme os produtos e os serviços. Como fazer a contabilidade de custos? Existe um passo a passo bem claro para fazer os cálculos dessa ferramenta. Veja o que fazer: Faça uma listagem dos custos da sua empresa, sem esquecer nenhum; Separe cada custo conforme sua categoria; Analise o valor do custo direto e compare-o ao preço de venda do produto ou do serviço. Quando o custo direto é maior que o preço de venda, isso significa que aquele produto ou serviço não contribuiu para a lucratividade da empresa, ou seja, não há margem de contribuição. Se o preço de venda for mais alto, deve-se continuar o processo; Divida os custos indiretos (que são fixos) entre os produtos. O cálculo dos custos indiretos já foi apresentado, mas se você encontrou a metodologia mais adequada, uma solução é calcular a porcentagem de venda por produto e dividir de forma equilibrada; Busque o ponto de equilíbrio para o produto ou serviço. A partir da comparação do custo direto com o preço de venda e o rateio dos custos indiretos, identifica-se quantas vendas devem ser realizadas para que receitas e despesas sejam igualadas. Nesse caso, a empresa não tem lucro, fica no zero a zero; Calcule o preço de venda mais adequado, considerando todos os custos abordados anteriormente. Se necessário, faça todos os passos novamente para se certificar de que os cálculos estão corretos. Fazer o uso dessa ferramenta é a forma mais adequada de entender a situação financeira da organização e verificar se os preços aplicados estão condizentes com a necessidade da empresa. Afinal, de nada adianta vender bastante se o preço das vendas não cobrir os custos nem trazer lucratividade. Além disso, essa técnica é bastante simples e pode ser facilmente aplicada, permitindo que o gestor faça uma revisão dos custos. O resultado de fazer a contabilidade de custos é ter mais competitividade e conhecer as finanças do seu negócio mais profundamente. Para entender mais sobre esse e outros assuntos voltados para a contabilidade, assine a nossa newsletter.

Controladoria: como fazer na minha empresa?

Conforme dados fornecidos pelo IBGE, 48,2% das empresas nacionais fecham suas portas depois de três anos de existência. Isso representa quase a metade de nossas organizações. O Sebrae aponta como motivo principal desse fechamento a falta de gestão adequada. Nesse contexto, a controladoria é um conceito muito importante. Ela apareceu no começo do século passado com a finalidade de exercer rígido controle sobre as grandes empresas dos Estados Unidos que, na época, careciam de gerenciamento mais eficaz, tanto nas matrizes quanto nas filiais. Leia o post e compreenda mais sobre o assunto, aprendendo como funciona uma controladoria, qual a sua importância para a empresa, qual o papel do controller e como implantar uma controladoria. Confira! 1. Como funciona uma controladoria A controladoria, como o próprio nome deixa claro, fundamenta-se em uma metodologia de controle. Devem existir, necessariamente, padrões de qualidade desenvolvidos a partir do planejamento e orçamento da empresa. É fundamental que toda a equipe esteja envolvida, desde os mais altos escalões aos mais baixos. A controladoria monitora as consequências dos atos administrativos internos, avaliando os resultados e busca formas de otimizá-los. Uma das formas mais eficazes de análise dos resultados é comparar com os resultados de outras empresas, indicando aos gestores um caminho mais seguro na aquisição de melhorias. O processo começa pela correta estruturação das operações financeiras e contábeis, bem como aquelas que se desenvolvem em setores de apoio. Em seguida, procede-se aos custos relacionados à contabilidade, formação do preço de venda, orçamento empresarial, gerenciamento de custos e despesas, estratégias para captação de recursos, fluxo de caixa, avaliação da produtividade e desempenho dos funcionários, e assim por diante. Esse controle rigoroso visa eliminar gastos excessivos e desperdícios, bem como evitar roubos e fraudes. As funções de uma controladoria podem ser definidas como: Planejamento: determinação de um projeto para alcançar um objetivo. Organização: estruturar de forma organizada todos os processos e atividades para que o objetivo seja alcançado. Direção: definir uma divisão eficiente de tarefas, respeitando a gestão. Controle: mensura a qualidade e a eficiência do trabalho em relação ao objetivo proposto. A controladoria é mais que uma medida de natureza contábil, já que abrange todo o sistema organizacional da empresa, iniciando com o planejamento e envolvendo todo o controle operacional, reunindo a maior quantidade possível de informações úteis que permitam a melhor tomada de decisões. 2. Qual a sua importância para a empresa Conforme mudam os tempos e a tecnologia, as empresas desenvolvem outras necessidades. Além do evidente avanço tecnológico que define novas diretrizes em todos os âmbitos da sociedade, outras mudanças relevantes são o aumento da competitividade e o esclarecimento crescente do público consumidor, que exige mais ao procurar serviços/produtos. O planejamento estratégico torna-se vital para o crescimento da empresa, de modo a encontrar formas eficazes de suprir necessidades diversas de diferentes entidades, como clientes, fornecedores, bancos, investidores, acionistas, órgãos do governo. Para reger esse planejamento, desenvolvendo o controle necessário para a aplicação dos meios certos na obtenção dos fins almejados, está a controladoria. Ela integra todas as áreas de uma empresa, agrupando informações que são transformadas em relatórios gerenciais e financeiros. Devido à maior precisão dessas informações e relatórios, os gestores podem avaliar com mais segurança e optar pelas melhores alternativas, propondo as soluções mais adequadas. Isso implica, portanto, redução de riscos, tanto a curto quanto a médio e longo prazos. Enfim, a importância da controladoria está no ato de reunir informações fidedignas que permitem ao gestor visualizar o panorama atual da organização, fazer previsões para o futuro, minimizar o risco de enganos e facilitar a tomada de decisões. Todos sabem o quanto a informação certa produz bons resultados, poupando inclusive tempo e dinheiro. Basta imaginar uma situação que acontece na rotina das pessoas. Alguém para na rua e pede informações sobre o local em que fica determinada loja. A pessoa que foi abordada passa, por ignorância ou má-fé, uma informação errada. Por causa disso, o outro enfrenta um trânsito congestionado, anda mais e não consegue chegar ao seu objetivo. Terá que refazer o percurso para conseguir encontrar a loja que procura. Isso significa que ele está perdendo tempo e, provavelmente, gastando mais com transporte, cansando-se mais, ficando menos motivado. Esse exemplo mostra como a informação errada compromete a economia (custos maiores), a produtividade (não está produzindo nada, está perdendo o ânimo e as oportunidades) e o tempo (leva um tempo muito maior para atingir seu objetivo, incluindo o retrabalho, ou seja, a necessidade de corrigir o erro cometido por causa de uma informação falsa). É assim que acontece nas empresas, onde os custos desnecessários, a queda na produtividade, as perdas de tempo e os retrabalhos podem ser provocados por informações equivocadas ou pela ausência delas. 3. Qual o papel do controller no sucesso da empresa O controller é o profissional responsável pela controladoria. Cabe ao controller, ou gerente de controladoria, o exercício das funções gerenciais, econômicas e financeiras da empresa. Ele precisa assegurar que as informações reunidas sejam corretas e levadas, dentro do prazo, para os gestores. Essa atividade gerencial do controller envolve uma série de funções, como a de organizar sistemas apropriados de informações que possibilitem ao gestor relacionar eventos a resultados, os fatos às suas consequências. A comparação do desempenho real com aquele que é desejado é outra função do controller. Da mesma forma, ele deve comparar as variações desse desempenho. Seu conhecimento deve abranger diversas áreas da organização, incluindo setores de contabilidade, finanças, produção, estoque e recursos humanos. As atividades de curto, médio e longo prazos estão sob sua responsabilidade, devendo: Informar-se com os gestores de suas reais necessidades para a realização de suas funções (funcionários, materiais, recursos). Verificar no PCP (setor de planejamento e controle de produção) quais as necessidades de compra de matérias-primas, insumos e equipamentos. Efetuar o levantamento de receitas, despesas e investimentos, gerando informações que serão levadas à diretoria da empresa. Acompanhar metas e objetivos empresariais. Organizar o planejamento tributário. Integrar a previsão orçamentária anual. Envolver-se nas questões de risco, governança e conformidade. Desenvolver projetos. Participar do planejamento estratégico. Gerenciar

Afinal, o que é a controladoria empresarial?

Cuidar de um negócio é uma tarefa que exige muito planejamento e preparação. Cada gestor precisa estar preparado para tomar decisões diárias sobre o negócio e nem sempre essas decisões são fáceis. Quando não há informações que sustentem a tomada de decisão, entretanto, o processo é ainda mais difícil e corre mais riscos de terminar em um erro prejudicial para o negócio. Nesse sentido, a controladoria empresarial é de grande ajuda para negócios que desejam ser cada vez melhores. Mas, afinal, o que é a controladoria empresarial? É o que você confere a seguir. O que é a controladoria empresarial? A controladoria empresarial é um ramo híbrido entre contabilidade e administração que funciona mais em um esquema de consultoria e assistência para os negócios. No geral, o funcionamento da controladoria baseia-se em gerar uma grande quantidade de informações relevantes para o negócio. Mediante a análise de resultados e de indicadores, o setor de controladoria pode desenvolver padrões de controle e também análises de resultados do negócio de uma maneira geral. Com isso, a empresa passa a ter uma gestão mais assertiva. Devido a essas características, a controladoria pode ser considerada um setor estratégico para o negócio. Qual a sua importância dentro da empresa? A maior importância para a empresa é que a controladoria empresarial é capaz de fornecer maior controle sobre tudo o que acontece dentro do negócio. Isso acontece porque, com as informações geradas, a gestão empresarial é apoiada de tal forma que se obtém mais controle. A controladoria também é importante porque permite que a empresa tenha uma visão mais completa e mais integrada sobre o negócio de uma maneira geral. Com relatórios e análises altamente relevantes, os setores da empresa podem ser integrados mais facilmente, o que também favorece a gestão. No geral, portanto, a importância da controladoria dentro da empresa é favorecer a sua gestão e apoiar o negócio a atingir os seus objetivos estratégicos por meio de uma metodologia altamente relevante e que forneça uma análise completa de resultados. Quais as funções de um controller? O controller é o profissional que fica responsável por comandar toda a controladoria, inclusive quando ela é dividida entre controladoria gerencial e controladoria contábil. Inicialmente, o controller é responsável por estruturar operações e realizar um planejamento de aquisição e análise de dados. Ele também precisa ter conhecimentos não apenas sobre contabilidade ou administração, mas também deve conhecer a fundo o negócio para ser capaz de exercer um papel gerencial dentro desse setor. Outras atribuições são: Desenvolvimento de orçamentos; Análises de mercado e previsões de resultados; Comparativo entre o obtido e o planejado pela empresa; Desenvolvimento e melhoria de projetos; Monitoramento da contabilidade fiscal e tributária; Organização de relatórios focados na tomada de decisão. Dependendo da atuação do negócio, o controller também pode participar do processo de tomada de decisão junto a gestores de diferentes áreas do negócio. Quais os benefícios de ter uma controladoria? Ter uma controladoria é cada vez mais importante nas empresas e isso é altamente justificado pelos benefícios que esse setor pode trazer para o negócio. Destacamos os principais abaixo. Melhora na tomada de decisão Com mais informação, a gestão empresarial passa a ter mais conhecimento sobre a situação presente e futura da empresa, de modo a tomar decisões que se encaixem adequadamente nesses dois momentos. Quanto mais conhecimento existe sobre a empresa, mais fácil fica identificar quais oportunidades são ou não benéficas, o que facilita o processo de tomada de decisão. Ter um setor de controladoria dentro da empresa, portanto, não apenas facilita o trabalho dos gestores, como também faz com que ele seja apoiado em informações altamente relevantes. Como resultado, a tomada de decisão se torna mais assertiva, o que também evita que o negócio sofra com prejuízos e perda de posicionamento, por exemplo. Aumento do controle sobre a empresa Essa grande quantidade de informações também estabelece um controle mais estrito em relação à empresa. Dentre outras obrigações, a controladoria estabelece alguns padrões para que a empresa tenha um norteamento melhor sobre suas próximas ações ou sobre o que deve ser mantido em foco. Com isso, existe mais controle, desde os níveis mais elevados até os níveis mais operacionais, o que faz com que seja mais fácil identificar qualquer modificação que aconteça, assim como é mais fácil estabelecer mudanças de maneira segura. Elevação da transparência Outra vantagem da controladoria empresarial diz respeito ao ganho de transparência que a empresa experimenta, especialmente em relação a seus stakeholders. Como os processos passam a ser mais controlados, é mais fácil apresentar os resultados a acionistas e órgãos fiscalizadores, por exemplo. Também é mais fácil garantir ao cliente um nível de padrão de qualidade, assim como as negociações com os fornecedores também se tornam mais adequadas e mais transparentes. Além de essas relações serem favorecidas, a empresa também ganha em regularidade, confiança e reputação. Otimização de processos e resultados Com mais controle sobre a empresa também fica mais fácil fazer uma comparação entre o planejado e o que foi obtido. Essa análise torna possível identificar pontos de desvios e que não atenderam ao padrão desejado pelo negócio. Dessa maneira, os pontos considerados problemáticos são identificados de maneira mais clara, o que favorece uma atuação precisa para a otimização de processos e, consequentemente, de resultados. Aumento da competitividade Com um mercado cada vez mais voraz, é preciso utilizar todas as ferramentas que façam com que sua empresa se destaque – e a controladoria empresarial é uma delas. Como esse setor melhora a tomada de decisão, aumenta a transparência e favorece o controle de processos e de resultados em geral, a sua empresa fica mais preparada para encarar os desafios impostos pelo mercado. Em relação a uma empresa sem esse setor, o seu negócio ganha ainda mais vantagem, firmando-se como uma opção de destaque no setor de atuação. A controladoria empresarial consiste na obtenção e análise de informações que sejam importantes para o negócio, especialmente no que se refere a atingir objetivos estratégicos e a tomar decisões mais assertivas. Comandada por um controller, essa área da empresa traz vantagens

Controladoria empresarial: 9 conceitos que você precisa dominar

No mundo globalizado, as empresas precisam adequar os seus processos para entregar resultados mais ágeis e eficazes. Por meio da implantação da controladoria organizacional, é possível aumentar os resultados da companhia na medida em que há uma reestruturação efetiva e dinâmica da gestão empresarial. Neste post mostraremos os principais conceitos sobre a controladoria empresarial e as principais ferramentas que são necessárias para implantar esse novo modelo em sua empresa. Acompanhe. 1. O que é a controladoria empresarial? A controladoria empresarial visa entender e acompanhar o desenvolvimento e a execução de todo o trabalho realizado em uma empresa, sem que haja perda de continuidade dos projetos. Por meio do levantamento de informações úteis, planejamento e organização de processos otimizados e controle do trabalho realizado, os profissionais conhecidos como controllers repassam todo o andamento do serviço para os gerentes. A controladoria é uma das ferramentas gerenciais que tem sido muito procurada pelos empresários e gestores de empresa, visto que otimiza os esforços desses profissionais para pensar estratégias diferenciadas para a empresa, deixando a cargo do controller o acompanhamento de processos mais operacionais e menos estratégicos. 2. Tipos de controladoria empresarial Existem diversos tipos de controladoria empresarial que podem ser adotados por sua empresa. Entretanto, antes de implementar uma ou mais ferramentas, é fundamental realizar um planejamento junto à direção da empresa para verificar qual dos setores terá mais ganhos efetivos com esse novo modelo de negócio. 3. Gestão financeira O primeiro e mais procurado modelo de controladoria empresarial é voltado para a gestão financeira, de modo que os gerentes e diretores consigam ver com clareza como estão as finanças da empresa para, a partir daí, traçar estratégias adequadas. A gestão financeira visa analisar se as operações estão funcionando de maneira correta, para que os investimentos tenham retorno e a empresa continue no caminho do crescimento sustentável. Quando falamos em momentos de crise, principalmente como a que estamos vivenciando no Brasil, a controladoria de gestão financeira torna-se fundamental estrategicamente para o seu negócio, visto que é necessário reduzir custos e aumentar a receita. 4. Planejamento orçamentário A controladoria voltada para o planejamento orçamentário permite traçar com mais precisão os investimentos da empresa, minimizando as possibilidades de gastos exorbitantes que podem prejudicar o bom funcionamento do caixa empresarial. A necessidade de prever e controlar o orçamento é benéfica, não apenas para a empresa, mas também para os gestores, que podem, antecipadamente, prever seus projetos e processos, sem que haja a necessidade de aprovação a cada novo custo, ou seja, as aprovações orçamentárias acabam sendo mais rápidas e menos onerosas. 5. Controle de processos A controladoria de processos é uma das mais importantes ferramentas a serem utilizadas pelas organizações porque, quando há otimização, o desempenho da empresa é afetado diretamente, reduzindo os custos e alcançando a excelência operacional. Por meio de ferramentas para análise de procedimentos e eliminação de desperdícios que podem ser produtivos, de tempo, estoque e beneficiamento de matéria-prima, há intensificação da eficiência do trabalho, melhora no controle das operações e aumento da rentabilidade. 6. Contabilidade gerencial O principal objetivo da contabilidade gerencial é a redução dos riscos de falência das organizações, pois aponta as ações estratégicas e os planejamentos efetivos que devem ser seguidos pelos gestores, desde a supervisão do plano contábil da empresa, dos assuntos referentes a impostos até a aquisição de ativos fixos e variáveis, e demais trabalhos pertinentes ao contador. Nessa modalidade de controladoria, a contabilidade gerencial visa planejar e organizar o sistema gerencial da organização para que os fatos que ocorrem no universo contábil e financeiro sejam corretamente comunicados aos tomadores de decisão. 7. Contabilidade de custos A controladoria voltada para a contabilidade de custos tem o objetivo de entender e acompanhar os gastos produtivos por meio de registro contábil das operações da empresa. Por meio do levantamento desses dados, é possível dar apoio à tomada de decisão dos gestores quando o assunto é preço de venda, por exemplo. A contabilidade de custos deve prever um ponto de equilíbrio para cada preço de produto, ou seja, é necessário que o produto gere lucro para a empresa. Para estabelecer cada custo são necessárias análises específicas que determinarão a formação do preço de venda e o posicionamento de mercado. 8. Análise de balanços A controladoria empresarial utiliza as análises de balanço para que a empresa tenha bons resultados financeiros. Trata-se de um dos apoios da contabilidade gerencial e tem por objetivo acompanhar os indicadores escolhidos de maneira efetiva, entendendo qual a verdadeira situação da empresa, incluindo desde o seu patrimônio até as movimentações das operações contábeis, servindo então como apoio nos processos decisórios. Os controllers responsáveis pela análise dos balanços utilizam diversos cálculos aplicados ao patrimônio da empresa, norteando os tomadores de decisão para a formação de alternativas melhores a fim de que a empresa continue no caminho do crescimento. Trata-se, portanto, de importante respaldo para a tomada de decisão dos gestores. 9. Controle e gestão de pessoas A controladoria voltada para a gestão de pessoas é também uma importante estratégia que pode ser empregada pelas organizações porque, hoje, os bons profissionais são muito importantes para a continuidade do trabalho, para a motivação da equipe e para a rentabilidade das empresas. A gestão de pessoas visa ofertar aos gestores informações imparciais sobre as relações de trabalho, de modo que haja melhor aproveitamento da mão de obra na empresa e para que esses tomadores de decisão possam pensar em estratégias voltadas para recrutamento e seleção, treinamentos, plano de cargos e salários, por exemplo. Vamos investir em controladoria empresarial? Como deu para perceber, a controladoria empresarial tornou-se ferramenta fundamental para quem deseja se destacar no mercado e conquistar espaços na mente dos consumidores. Por isso, seu investimento torna-se algo necessário para as organizações que desejam crescer a longo prazo de maneira sustentável. Aposte nas estratégias de controladoria e obtenha mais êxito em suas decisões empresariais, otimizando processos, reduzindo custos e motivando as pessoas. Se gostou de nosso post, comente abaixo suas opiniões e compartilhe com outros gestores de que maneira você