Redesenhe o Cargo Antes de Abrir Vaga: A Estratégia de Retenção que a Maioria Ignora

Redesenhar funções existentes retém talentos, reduz custos e acelera resultados. Saiba como aplicar essa estratégia de RH já na próxima semana.
O Gap Invisível que Sabota Sua Estratégia de Pessoas — e Como o RH Pode Fechá-lo

Desconexão entre C-level, RH e colaboradores é o maior obstáculo à reinvenção do trabalho na era da IA. Veja o custo real e como o RH pode liderar o alinhamento.
Lacuna Tecnológica é Problema de Design, Não de Motivação — e o RH Precisa Assumir o Upskilling

1 em cada 10 profissionais latino-americanos não tem as habilidades que o trabalho exige. Veja como o RH pode estruturar trilhas de upskilling e defender esse investimento como pauta de negócio.
RH Orientado a Resultados: Como Transformar a Gestão de Pessoas em Alavanca de Negócio

RH ainda é visto como custo? Veja as métricas e práticas que conectam gestão de pessoas ao desempenho financeiro da empresa.
NR-1 e Saúde Mental: Roteiro Prático para o RH Sair da Intenção à Conformidade

A NR-1 tornou obrigatória a gestão de riscos psicossociais. Este guia entrega ao RH um passo a passo operacional — do mapeamento de riscos aos indicadores — para fechar o gap entre discurso e conformidade real.
Governança da IA na Decisão Estratégica: o controle que separa vantagem de prejuízo

Com 74% dos trabalhadores usando IA sem orientação formal, médias empresas vivem um vácuo de responsabilidade. Veja o modelo mínimo de controle e accountability.
Apagão de Talentos: Como o Mapeamento de Habilidades Transforma seu RH em Fonte Própria de Profissionais

Com a escassez de profissionais, o skills mapping identifica talentos e lacunas internas — reduzindo dependência de contratações externas. Veja como estruturar na prática.
Comunicação Otimizada: Estratégias para Melhorar o Diálogo Empresarial

Descubra estratégias eficazes para aprimorar a comunicação dentro das empresas.
A grande força por trás de um elogio

Vamos falar da incrível fonte de alegria e entusiasmo que as nossas palavras podem ser. Podemos usar nossa boca para animar, motivar, edificar as pessoas, podemos começar com um “bom dia” seguido de um elogio abundante e sincero, e perceber o quanto as boas palavras podem ser uma fonte preciosa de vivacidade. Grandes autores dedicaram capítulos e livros inteiros sobre esse grande poder por trás de um elogio. Dale Carnegie defendeu de maneira contundente o uso das boas palavras e da apreciação. Elogiar honesta e sinceramente é um de seus princípios fundamentais para o relacionamento humano e para a liderança. Gary Chapman em sua longa experiência como conselheiro matrimonial descobriu que o elogio sincero é uma das cinco linguagens do amor, se queremos ter relacionamentos ricos, devemos conhecer e praticar as linguagens do amor. Ken Blanchard, um dos mais renomados especialistas em estratégia no mundo, começou sua trajetória com o livro “O Gerente-Minuto”, nesse livro clássico ele dedica boa parte de seu conteúdo falando da importância do reforço positivo para o estímulo de melhores resultados quando as pessoas atingem seus resultados, é o que ele chama de “Elogios-Minuto”. Stephen Covey também defende o uso dos elogios para o que ele chama de vitória pública, um dos princípios para relacionamentos eficazes e um fator fundamental para manter a “conta bancária emocional” com saldo positivo. A Bíblia nos ensina exatamente isso, e o salmista é certeiro em dizer que as palavras das nossas bocas devem ser agradáveis para Deus (Salmo 19:14). Jesus nos ensina que o que importa não é o que entra pelas nossas bocas, mas sim o que sai. Quem não gostaria de ouvir as doces palavras do Mestre: “Muito bem, servo bom e fiel!”. Nada como um elogio sincero e merecido para nos alegrar o dia. Todos temos pontos fortes e pontos fracos, descubra os pontos fortes das pessoas à sua volta e passe a apreciá-las sinceramente. O mundo já está cheio de pessoas críticas, frustradas e tóxicas, seja um incentivador, use suas palavras para gerar vida, saiba apreciar as pessoas e o que elas fazem de bom. Experimente isso, comece a listar a dedicação e as coisas boas que as pessoas fazem, dedique tempo e energia a observar os pontos positivos das pessoas à sua volta, passe a exercer a gratidão e as elogie sinceramente. Autor: Ronaldo Guedes, Sócio-Diretor da área de Estratégia
A importância do feedback ou “como minha empresa pode acabar com o medo de falar com o chefe?”

Aquele momento em que o chefe chama para uma conversa pode ser o verdadeiro terror de qualquer empregado. Esse momento de feedback é muito importante para o crescimento organizacional e de cada funcionário, por isso não deve ser um tabu. Além da área de RH ou o chefe/CEO, todas as pessoas consideradas líderes dentro de uma empresa devem entender a importância de um feedback. Este momento de conversa, troca de experiências e apontamento de melhorias, deve fazer parte do dia a dia de qualquer organização. A real importância do feedback Dar um feedback vai além de mostrar preocupação com o crescimento individual de cada funcionário. É um momento onde a empresa entende os pontos fortes e fracos de cada pessoa e como isso influencia no resultado geral. Um ponto importante é criar uma cultura de feedbacks na empresa. Assim todos saberão o que esperar quando o momento da conversar com o chefe ou líder chegar, uma conversa leve, construtiva e colaborativa. Todos os envolvidos no feedback devem entender que ele não deve ser um monólogo. Líder e liderado devem falar suas considerações. Isso mostra que a empresa está aberta a ouvir e que quer construir juntos as melhorias apontadas. Junto a essa construção de melhoria, os líderes conseguem definir os próximos passos e acompanhar o resultado do feedback. Essa continuidade é algo importante, assim os funcionários percebem que o feedback tem um retorno real na sua rotina e os líderes entendem o reflexo dessas conversas. Técnicas para potencializar o feedback Definida uma rotina de feedbacks, é preciso garantir que ela seja aproveitada ao máximo. Para isso, alguns pontos podem ser levados em consideração: Foque nas ações e comportamento dos funcionários. Nunca leve o feedback para o lado pessoal ou algo que fale do caráter de cada pessoa; Ouça as sugestões dos funcionários, verifique a aplicabilidade delas e realmente aplique o que for coerente. Caso alguma coisa não seja aplicável, dê um retorno sobre isso; Aproveite este momento para fazer reconhecimentos mais pessoais, mas não deixe os reconhecimentos gerais e em equipe de lado; Deixe sempre um espaço aberto para ouvir as sugestões do seu liderado. Ele deve se sentir confortável para falar o que pensa, sem medo de consequências negativas. Além disso, é importante que você entenda como os feedbacks funcionarão com a sua equipe. Se perceber que não está funcionando, procure outras formas ou periodicidade para fazer isso. Se precisar de uma ajuda para entender melhor técnicas de feedback, conte com a gente para isso. Entre em contato e vamos conversar.